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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Missão: Saúde Bucal

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Falecimento de Getúlio Vargas

24 de Agosto

O dia em que “mataram” o presidente

O atentado da rua Toneleros lançou muitas suspeitas sobre o presidente, especialmente a partir do momento em que ficou evidenciada a participação de um de seus principais assessores (Gregório Fortunato) no acontecimento que quase vitimou Carlos Lacerda, um dos principais opositores de Getúlio.
Entretanto seus problemas não haviam surgido com a suposta ordem que teria dado para Gregório Fortunato atacar Carlos Lacerda. Os posicionamentos políticos de Vargas, marcadamente nacionalistas encontravam forte resistência entre setores da burguesia nacional e internacional favoráveis a uma maior abertura aos investimentos do capital estrangeiro em nosso país, especialmente os originados dos Estados Unidos.
Essa resistência havia tornado o segundo mandato de Getúlio muito conturbado e difícil, com forte tendência oposicionista por parte do congresso nacional e de alguns governadores estaduais. Projetos de caráter nacionalista eram constantemente bloqueados no Senado ou na Câmara dos Deputados.
“Saio da vida para entrar na história” foi a resposta encontrada por Vargas para conseguir reverter todo o desgaste que havia sofrido ao longo de seu segundo período presidencial (Getúlio já havia governado o país entre 1930 e 1945, inicialmente como líder do governo ‘revolucionário’ que desmontou a república oligárquica dos barões do café e, posteriormente prorrogando seu mandato com o golpe do Estado Novo em 1937 e estabelecendo um período de governo ditatorial).
Getúlio se despedia dos brasileiros deixando como legado uma herança política
de cunho populista e um modelo político nacionalista que serviriam de base
para a atuação de outros líderes nacionais como Brizola ou João Goulart.
Esse último e dramático ato da cena getulista tinha como intenção desestruturar a forte campanha anti-nacionalista desencadeada pela oposição liderada pela UDN (União Democrática Nacional) comandada por Lacerda e associada aos interesses do capital internacional.
O forte impacto do suicídio de Vargas reverteu o processo de difamação instado pela opinião pública favorável a Lacerda e a UDN. A morte do presidente foi um ato político calculado para consolidar o legado do nacionalismo populista de Vargas no cenário nacional.
O desgaste do Corvo (como passou a ser conhecido Lacerda depois da morte de Getúlio) e do internacionalismo na política brasileira só seriam revertidos na década de 1960 com o estabelecimento dos governos militares, francamente favoráveis à abertura econômica e aos empréstimos internacionais.
A herança de Vargas foi preciosa e continuou presente na história. As leis trabalhistas e a composição de um rico e consistente parque industrial com empresas como a Petrobrás, a Vale do Rio Doce e a Companhia Siderúrgica Nacional permitiram ao Brasil superar a sua vocação de eterno produtor de gêneros agrícolas como o açúcar e o café.
Falecimento de Getúlio Vargas
Sua impressionante e variada gama de artifícios políticos contribuiu para o enriquecimento do folclore e também da cultura política brasileira com o estabelecimento do populismo e do nacionalismo.
Seus herdeiros políticos mais proeminentes foram João Goulart que se tornou presidente com a renúncia de Jânio Quadros em 1961 e acabou sendo tirado do poder com o golpe militar de Abril de 1964 e Leonel de Moura Brizola, que foi governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, tornando-se uma referência da oposição política nacional nos anos 1960 e depois de seu retorno do exílio, a partir de 1980 até seu falecimento em 2004.
Político contraditório, Vargas acabou se tornando a mais importante e representativa figura
do cenário político nacional ao longo do século XX. Suas contribuições (como as leis trabalhistas ou
a constituição do parque industrial brasileiro de base) alicerçaram o país e estão sendo desmontadas
pelos últimos governos do país, de caráter neoliberal.
As discussões sobre Vargas nos levam a pensar que seu espólio continuou muito vivo mesmo depois de sua morte e que o desmonte de seu acervo de opções tem sido a tônica dos governantes que sucederam os governos militares que comandaram o Brasil até 1984 e que referendaram o governo da transição para a democracia (Tancredo Neves e José Sarney) em 1984.
As eleições de 1989 que levaram Fernando Collor a presidência e a clara opção pelo neo-liberalismo por esse governante e por aqueles que o sucederam (Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva) sepultaram o projeto nacionalista e admitiram a entrada franca e cada vez mais influente de investimentos estrangeiros em terras brasileiras.
Pressionados pelo fenômeno da globalização, os presidentes eleitos pelo voto popular depois de 1989 tiveram que adaptar a economia nacional aos novos tempos e aceleraram os projetos de privatização. A Companhia Siderúrgica Nacional e a Companhia Vale do Rio Doce, símbolos da era Vargas foram leiloadas e suas vendas consolidaram a derrocada do projeto getulista.
É verdade que Getúlio foi um político controverso. Ao mesmo tempo em que se colocava como o “pai dos pobres” e implementava as leis trabalhistas ou o projeto de modernização da economia nacional nos anos 1930, Vargas articulou e executou a perseguição dura aos opositores de seu regime, especialmente aos comunistas liderados por Luís Carlos Prestes (o que acabou ocasionando a prisão de Prestes e sua esposa Olga Benário, que grávida foi enviada pelo governo getulista para os nazistas alemães, onde acabou sendo morta) e forjou o Plano Cohen com o intuito de se manter no poder durante o período que se estendeu de 1937 a 1945.
“Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte.
Nada temo. Serenamente dou o primeiro passo no caminho
da eternidade e saio da vida para entrar na história”
(trecho da carta testamento de Getúlio Vargas)
A aliança com os norte-americanos fez com que Vargas entrasse em contradição marcada pelo descompasso entre seu apoio as democracias ocidentais em sua luta contra o nazi-fascismo ítalo-germânico e a manutenção de um regime ditatorial no âmbito interno brasileiro. Porém sua habilidade como negociador trouxe tecnologia e mão de obra especializada para o estabelecimento do parque industrial de base em nosso país.
Falecimento de Getúlio Vargas
O seu retorno triunfal em 1951, eleito pelo povo, não tinha uma contrapartida eufórica ou tão simpática aos olhos do capital internacional e de seus aliados nacionais.
O seu enterro simbólico aos olhos da oposição já havia sido realizado muito tempo antes, quando de suas opções de caráter francamente nacionalistas. Seus opositores foram seus principais algozes. A arma por ele empunhada e disparada naquele 24 de agosto de 1954 estava sendo disparada pelos oposicionistas a seu governo.
Seu derradeiro ato, marcado pelo prematuro fechamento das cortinas foi aplaudido pelo povo, que se sentiu órfão e foi as ruas para chorar e atirar paus e pedras contra aquele que consideravam responsáveis pela morte do presidente (“pai”) dos pobres, como o corvo Carlos Lacerda.
Os desmaios e lágrimas daqueles que choravam pelas ruas ao saberem da morte do estadista eternizaram Vargas e lançaram suas contribuições a um período de vida maior e mais iluminado enquanto seus opositores sofriam com o fantasma do ex-presidente e amargavam um ostracismo político no limbo do qual jamais sairiam...
Falecimento de Getúlio Vargas
Fonte: www.planetaeducacao.com.br

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Nóis indo trabaiá na segunda fêra

Carta de uma mãe para seu (sua ) Filho (a)

Dia do Folclore / 22 de agosto

É o conjunto de mitos, crenças, histórias populares, lendas, tradições e costumes que são transmitidos de geração em geração, que faz parte da cultura popular.
A palavra folclore vem do inglês “folk” = povo e “lore” = conhecimento e significa sabedoria popular. (saiba mais...)
folclore é a expressão cultural mais legítima de um povo.

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS

É popular.
- Emana do saber cultural.
- Constitui-se em uma tradição.
- É transmissível notadamente pela oralidade e pela prática.
- Faz parte do conhecimento coletivo.
- Espelha uma situação ou ação.
- Tem caráter universal.
- É anônimo, pois desconhecem-se seus criadores.
- É criatividade livre e espontânea de um povo.

PATRIMÔNIO CULTURAL

folclore como expressão do povo faz parte de sua riqueza cultural e portanto está inserido no patrimônio cultural.

PROTEÇÃO JURÍDICA

Constituição Federal
Art. 215: "o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais";
Art. 216 : "Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens materiais e imateriais, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira nos quais se incluem:
I- as formas de expressão;
II – os modos de criar, fazer e viver;
III – as criações científicas, artísticas e tecnológicas;
IV- as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais;
V- os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico".
Portanto, as crenças, lendas, tradições, costumes e tradições, são bens imateriais, que compõem o patrimônio cultural, estão protegidos juridicamente pelo texto constitucional citado. Tratam-se assim de bens imateriais difusos de uso comum do povo e que podem ser protegidos pela ação civil pública (Lei 4.3 /85).
Exemplo: quando manifestações ou representações do folclore são proibidas por autoridade, lei ou ato administrativo, podem ser defendidas juridicamente.

PERTENCEM AO FOLCLORE

A mitologia, as crendices, as lendas, os folguedos, as danças regionais, as canções populares, as histórias populares, os costumes populares, religiosidade popular ou cultos populares, a linguagem típica de uma região, medicina popular, o artesanato etc.
Fonte: ifolk.vilabol.uol.com.br

Dia do Supervisor Educacional

22 Agosto

Supervisor Educacional é o profissional responsável pela coordenação e apoio às atividades do corpo docente, com objetivo de promover melhor desempenho do trabalho didático-pedagógico.
Este profissional pode atuar em instituições escolares de Educação Básica, no magistério do Ensino Superior e em pesquisa educacional.
São atribuições do Supervisor Educacional:
Atuar no desenvolvimento do currículo e desta forma, assegurar o relacionamento e a ordenação seqüencial dos conteúdos.
Dinamizar o processo educacional e promover a melhoria qualitativa do ensino.
Elaborar o plano anual de atividades do Serviço de Supervisão Pedagógico.
Promover estudos para o aperfeiçoamento constante de todo o pessoal envolvido no processo ensino-aprendizagem.
Supervisionar a execução do Plano Pedagógico, a fim de que se processe a integração do Corpo Docente em relação a objetivos, conteúdos programáticos e técnicas de direção de aprendizagem, sistema de controle de aproveitamento e normas de conduta.
Controlar o rendimento escolar dos alunos, pesquisando as causas de aproveitamento insuficiente.
Orientar os professores no planejamento e desenvolvimento de estudos de recuperação e de adaptação.
Julgar, auxiliado pelos professores, da equivalência ou da insuficiência de conteúdos curriculares, em casos de recebimento de transferências, e das formas de adaptação a serem adotadas, quando necessário.
Responsabilizar-se, na esfera de sua competência, pela integração do Serviço de Supervisão Pedagógica com outros serviços da instituição de ensino, principalmente com o Serviço de Orientação Educacional.
Fonte: UFGNet

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Dia do Ator

19 de Agosto

TEATRO COMO SISTEMA MODELIZANTE
A arte dramática é um objeto semiótico por natureza. O conceito do que entendemos hoje por teatro é originário do verbo grego "theastai" (ver, contemplar, olhar). Tão antiga quanto o homem, a noção de representação está vinculada ao ritual mágico e religioso primitivo. Acredita-se que o teatro nasceu no instante em que o homem primitivo colocou e tirou a máscara diante do espectador, com plena consciência do exercício de "simulação", de "representação", ou seja, do signo.
Tendo em seu alicerce o princípio da interdisciplinaridade, o teatro serve-se tanto da palavra enquanto signo como de outros sistemas semióticos não-verbais. Em sua essência, lida com códigos construídos a partir do gesto e da voz, responsáveis não só pela performance do espetáculo, como também pela linguagem. Gesto e voz tornam o teatro um texto da cultura. Para os semioticistas russos da década de 60, a noção de teatro como texto revela, igualmente, sua condição de sistema modelizante, ou melhor, de sistema semiótico cujos códigos de base - gesto e voz - se reportam a outros códigos como o espaço, o tempo e o movimento. A partir desses códigos se expandem outros sistemas sígnicos tais como o cenário, o movimento cênico do ator, o vestuário, a iluminação e a música entre outros. Graças à organização e combinação dos vários sistemas, legados da experiência individual ou social, da instrução e da cultura literária e artística, é que a audiência recodifica a mensagem desse texto tão antigo da cultura humana.
Contudo, o processo de modelização no teatro não é resultado apenas dos códigos que o constituem como linguagem. É preciso considerar também os códigos culturais organizadores dos gêneros, ou melhor, das formações discursivas que se reportam às esferas de uso da linguagem dentro de contextos sócio-culturais específicos. Quando os códigos do teatro se organizam para definir um gênero, é a própria cultura que manifesta seus traços diferenciais. Isso é o que se pode verificar no teatro popular seja de Shakespeare ou do nosso Ariano Suassuna, cujas autos ilustram muito propriamente o processo da modelização no teatro.
Dia do Ator
cenário criado por Varvara Stiepanova

Cenário

O cenário enquanto sistema semiótico determina o espaço e o tempo da ação teatral. Contudo, para se entender o cenário em sua linguagem, é preciso recorrer à gramaticalidade de outras sistemas artísticos, como a pintura, a escultura, a arquitetura, a decoração, o design da iluminação. São esses sistemas que se encarregam de representar um espaço geográfico (uma paisagem, por exemplo), um espaço social (uma praça pública, uma cozinha, um bar) ou um espaço interior (a mente, as paixões, os conflitos, os sonhos, o imaginário humano). No cenário, ou apenas em um dos seus constituintes, se projeta o tempo: a época histórica, estações do ano, horas do dia, os momentos fugazes do imaginário. Existe ainda o caso dos espetáculos em que os recursos cenográficos estão na performance do ator, no ruído, no vestuário ou na iluminação

Gesto

O gesto é um dos organizadores fundamentais da gramática do teatro. É no gesto e também na voz que o ator cria a personagem (persona). Através de um sistema de signos codificados, tornou-se um instrumento de expressão indispensável na arte dramática ao exprimir os pensamentos através do movimento ou atitude da mão, do braço, da perna, da cabeça ou do corpo inteiro. Os signos gestuais podem acompanhar ou substituir a palavra, suprimir um elemento do cenário , um acessório, um sentimento ou emoção. Os teóricos do gesto acreditam ser possível fazer com a mão e o braço cerca de 700.00 signos.

Iluminação

Diferente dos demais sistemas sígnicos teatrais, a iluminação é um procedimento bastante recente. Sua introdução no espetáculo teatral, deu-se apenas no séc XVII, ganhando fôlego com a descoberta da eletricidade. A principal função da iluminação é delimitar o espaço cênico. Quando um facho de luz incide sobre um determinado ponto do palco, significa que é ali que a ação se desenrolará naquele momento. Além de delimitar o lugar da cena, a iluminação se encarrega de estabelecer relações entre o ator e os objetos; o ator e os personagens em geral. A iluminação "modela" através da luz o rosto, o corpo do ator ou um fragmento do cenário. As cores difundidas pela iluminação é um outro recurso que também permite uma leitura semiológica.

Movimento cênico do ator

As várias maneiras do ator se deslocar no espaço cênico, suas entradas e saídas ou sua posição com relação aos outros atores, aos acessórios, aos elementos do cenário ou até mesmo aos espectadores, podem representar os mais variados signos. A movimentação tanto cria a unidade do texto teatral como organiza e relaciona as sequências no espaço cênico.

Música

A música sempre esteve presente no teatro, desde as suas origens. A música por se sesenvolver no tempo é o elemento dialógico por excelência do texto teatral. Dialoga com os movimentos do ator, explicita seu estado interior, contracena com a luz, com o espaço em todos os seus aspectos. Quando acrescentada a outros sistemas sígnicos de uma peça, o papel da música é o de enfatizar, ampliar, de desenvolver e até de desmentir ou substituir os signos dos outros sistemas. Um outro exemplo da utilização da música no teatro é a escolha que o diretor faz do tema musical que acompanha a entrada e a saída de um determinado personagem, tornando-a assim signo de cada uma delas.

Vestuário

Assim como na vida real, o vestuário no teatro se reporta a vários sistemas sígnicos da cultura. A sua decodificação pode indicar tanto o sexo quanto idade, classe social, profissão, nacionalidade, religião de um. No entanto, o poder semiológico do vestuário não se limita apenas a definir o personagem que o veste. O traje é também o signo que representa clima, época histórica, região, estação do ano, hora do dia. É interessante observar que em certas tradições teatrais, como na commedia della'arte por exemplo, a vestimenta torna-se uma espécie de "máscara" que vai identificar os tipos imutáveis (stock characters), que se repetem de geração a geração. Personagens como o avarento, o bufão, o rei, a megera, a donzela e o servo trapalhão entre outros. O vestuário é também um sistema de signos que se reporta a outros sistemas da cultura, como por exemplo a moda.

Voz

A voz é, antes de mais nada, elemento fundador do texto teatral, escrito ou não. Quando não vocalizado, o texto é gesto. É pela voz que o ator dá vida a seu personagem. Ela atua como uma "fronteira de liberdade" que o ator explora a seu modo, através da entoação, do ritmo, da rapidez e da intensidade com que ele pronuncia as palavras antes apenas escritas, criando desta forma, os mais variados signos. A voz e o gesto formam a performance, a linguagem primária do teatro.
Elinês de AV. e Oliveira
Fonte: www.pucsp.br

Convite para Exposição / Meu Bolo, Minha Arte


Escola pública de Campo Grande forma jovens em técnico agrícola há 20 anos | Agência Brasil

Escola pública agrícola de Campo Grande ensina filhos de moradores da região sobre o campo e as práticas rurais de uma fazenda. Mais de 400 alunos aprendem práticas agrícolas desde o ensino fundamental até o médio, além de disciplinas comuns, como português e matemática. São 12 anos adquirindo conhecimento dentro da escola profissionalizante antes de saírem formados em técnicos agrícolas.

Dia Mundial da Fotografia

19 de Agosto

Em um mundo completamente imagético como é o nosso hoje, a fotografia está presente em todos os momentos. Seja de câmeras comuns, digitais, de celulares, a imagem se tornou um elemento central nesse mundo midiatizado.

Mas se hoje a fotografia tem esse lugar de destaque, podendo ser alterada, transformada e manipulada, muito se deve aos inventores deste conceito.
Dois franceses merecem destaque nessa descoberta: Joseph Nicéphore Niépce e Jean Jacques Mandé Daguerre. Niépce foi o precursor, unindo elementos da química e da física, criou a héliographie em 1826. Nesse invento ele aliou o princípio da “câmara obscura”, empregada pelos artistas desde o século XVI, à característica fotossensível dos sais de prata. Após a morte de Niépce, Daguerre aperfeiçoou o invento, rebatizando-o como daguerreótipo.
Dia Mundial da Fotografia
Por essa época um francês radicado no Brasil, Hércules Florence, desenvolvia também experimentos que levariam ao mesmo resultado. Mas o advento da fotografia foi anunciado ao mundo oficialmente, em Paris, na Academia de Ciências da França, consagrando o Daguerreótipo, em 19 de agosto 1839.
Dia Mundial da Fotografia
De lá pra cá a fotografia evoluiu muito e foi a grande responsável por “apresentar o mundo” à humanidade. Mesmo com o surgimento de outras formas de exibição de imagens (cinema, televisão, computador) a fotografia continua sendo a única "capaz de captar a alma humana". Ou, como diria Henri Cartier-Bresson, um dos maiores fotógrafos de todos os tempos "fotografar é captar o momento decisivo".
Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Município de Catu, na Bahia, inaugura a Praça da Ciência | Agência Brasil



O município de Catu, a 80km de Salvador abriga um projeto inusitado que está despertando nos estudantes o interesse pelo conhecimento científico de uma maneira lúdica. Os equipam,entos instalados na Praça da Ciência permitem que os alunos aprendam com mais facilidade o que é ensinado nas salas de aula.

Projeto em Aracaju incentiva crianças à leitura | Agência Brasil



Projeto de incentivo à leitura recebe estudantes na Biblioteca Ivone de Menezes Vieira, localizada na zona sul da capital sergipana. Diante da grande invasão da tecnologia, o projeto tem como objetivo principal desperatr nas crianças o gosto pela literatura.

Dia do Patrimônio Histórico

17 de Agosto

Dia do Patrimônio Histórico
Comemora-se o Dia do Patrimônio Histórico na mesma data em que nasceu o historiador e jornalista Rodrigo Mello Franco de Andrade (Belo Horizonte-MG, 1898-1969).
Por meio da Lei nº 378, de 1937, o governo Getúlio Vargas criou o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), onde o historiador trabalhou até o fim da vida.
Em seu esforço de preservação dos bens culturais do país, o IPHAN já tombou 16 mil edifícios, 50 centros urbanos e 5 mil sítios arqueológicos brasileiros. Dono de um acervo monumental, o instituto tem mais de um milhão de objetos catalogados, entre livros, arquivos, registros fotográficos e audiovisuais.
Dia do Patrimônio Histórico
O Museu Nacional de Belas Artes, o Museu Imperial, o Museu Histórico Nacional, o Museu da República, o Museu da Inconfidência, o Paço Imperial, a Cinemateca Brasileira e o Sítio Roberto Burle Marx são algumas das principais instituições sob a responsabilidade do IPHAN.
O Brasil tem ainda doze monumentos culturais e naturais na Lista do Patrimônio Mundial (World Heritage), da Unesco. Até 1999, havia 630 bens de 118 países inscritos nessa lista. Desses, 480 são patrimônios culturais, 128, naturais e 22, mistos.
Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

Dia do Patrimônio Histórico

17 de Agosto

Comemora-se o Dia do Patrimônio Histórico na mesma data em que nasceu o historiador e jornalista Rodrigo Mello Franco de Andrade (Belo Horizonte-MG, 1898-1969).
Por meio da Lei nº 378, de 1937, o governo Getúlio Vargas criou o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), onde o historiador trabalhou até o fim da vida.
Em seu esforço de preservação dos bens culturais do país, o IPHAN já tombou 16 mil edifícios, 50 centros urbanos e 5 mil sítios arqueológicos brasileiros. Dono de um acervo monumental, o instituto tem mais de um milhão de objetos catalogados, entre livros, arquivos, registros fotográficos e audiovisuais.
O Museu Nacional de Belas Artes, o Museu Imperial, o Museu Histórico Nacional, o Museu da República, o Museu da Inconfidência, o Paço Imperial, a Cinemateca Brasileira e o Sítio Roberto Burle Marx são algumas das principais instituições sob a responsabilidade do IPHAN.
O Brasil tem ainda doze monumentos culturais e naturais na Lista do Patrimônio Mundial (World Heritage), da Unesco. Até 1999, havia 630 bens de 118 países inscritos nessa lista. Desses, 480 são patrimônios culturais, 128, naturais e 22, mistos.
Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

sábado, 13 de agosto de 2016

Dia Mundial do Canhoto

13 de Agosto

Para uma parte das pessoas, escolher qual mão estender para cumprimentar alguém não é automático. Ao contrário dos destros, que são 90% da população mundial, os canhotos - os 10% restantes - diariamente se adaptam a um mundo (e a tesouras e abridores de latas) que não foi feito exatamente para eles e precisam oferecer a mão direita ao invés da esquerda, pois essa é a convenção social.
Para lembrar dessas pequenas dificuldades diárias, a Left-Handers Internacional (uma associação de canhotos em Topeka, nos Estados Unidos, hoje já extinta) instituiu, na década de 70, o dia Internacional dos Canhotos em 13 de agosto.
O porquê da escolha do dia não se sabe ao certo. Mas a data é por si só sinistra (outra palavra usada para designar um canhoto e que significa funesto e pernicioso, segundo o dicionário), já que 13 sempre foi considerado número de azar e agosto é o mês oficial do mau-agouro.
Isso sinaliza um pouco dos problemas que canhotos tiveram no passado e ainda têm em algumas culturas.
A causa do canhotismo ainda é desconhecida, mas há várias teorias a esse respeito. Algumas, inclusive, sendo estudadas por pesquisadores dentro das universidades brasileiras.
De forma geral, no canhoto, as funções motoras são comandadas pelo lado direito do cérebro. E só isso é consenso entre pesquisadores.
A partir daí há teorias que dizem que o cérebro direito comanda a criatividade, emoções e intuição e que, portanto, as pessoas canhotas seriam mais sensíveis e ligadas a manifestações artísticas. Nada comprovado, diga-se de passagem.
Fonte: Universia Brasil

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