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domingo, 18 de julho de 2021

Dia do Trovador


Jorge Amado já disse: “Não pode haver criação literária mais popular e que mais fale diretamente ao coração do povo do que a trova. É através dela que o povo toma contato com a poesia e por isto mesmo a trova e o trovador são imortais”. Hoje é comemorado o Dia do Trovador. Volta Redonda tem representante na UBT (União Brasileira de Trovadores): Silvia Helena Xándy, que é delegada da entidade no município. E também um autor premiado, Pedro Viana Filho.
Silvia explica que o Dia do Trovador é comemorado nessa data por ser o dia do nascimento de Gilson de Castro (RJ), cujo pseudônimo literário é Luiz Otávio. “E por ele ter, juntamente com J.G. de Araújo Jorge, começado a estudar e propagar a quadra popular brasileira junto a um seleto grupo de poetas”, diz. Em 1960, depois de participar de um Congresso do GBT (Grêmio Brasileiro de Trovadores), em Salvador, Luiz Otávio implantou uma série de seções desta entidade no sul do Brasil.
Mas o que é trova? “A trova é uma composição poética concisa. É um micro poema, o menor da língua portuguesa, que deve obedecer a características rígidas”, enfatiza Pedro Viana. É preciso que a trova seja uma quadra, ou seja, tenha quatro versos (em poesia cada linha é denominada verso). E cada verso deve ter sete sílabas poéticas, ser setessilábico. As sílabas são contadas pelo som. Ter sentido completo e independente.
- O autor da trova deve colocar nos quatro versos toda a sua idéia. A trova tem apenas quatro versos, ou seja, quatro linhas. A trova, para ser bem feita, tem de ter um achado. Achado é algo diferente e que faça valer a pena ler a trova - explica.
Parece complicado. Afinal, é fácil fazer trovas? “Uma vez que a trova é composta de quatro versos ou linhas de sete sons, é só educar o ouvido e aprender a contar as sete sílabas métricas”, resume Pedro Viana, que nasceu em Barra do Piraí e mora em Volta Redonda. Licenciado em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia e Letras de Volta Redonda, onde se tornou diretor cultural e promoveu o primeiro concurso de trovas, em 1978.
Outro aspecto importante é que a trova tem que ter rima. Conforme Silvia, a rima poderá ser do primeiro verso com o terceiro e o segundo com o quarto, no esquema ABAB, ou ainda, somente do segundo com o quarto, no esquema ABCB. Existem trovas também nos esquemas de rimas ABBA e AABB. “Comece a trova sempre com letra maiúscula. A partir do segundo verso use letra minúscula, a menos que a pontuação indique o início de nova frase. Nesse caso, use a maiúscula novamente”, detalha a escritora, acrescentando que são três os gêneros básicos da trova:
Trovas líricas - Falando dos sentimentos, amor, saudade;
Trovas humorísticas (satíricas) - São as que fazem rir, engraçadas, tem bom humor;
Trovas filosóficas - Contendo ensinamentos, pensamentos.
NO BRASIL - A trova chegou ao Brasil com o os portugueses, continuou com Anchieta, Gregório de Matos, intensificou-se com Tomaz Antonio Gonzaga, Claudio Manuel da Costa, com os românticos - Gonçalves Dias, Casimiro de Abreu, Castro Alves, com os parnasianistas - Olavo Bilac, Vicente de Carvalho e com os modernistas - Mário de Andrade, Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade.
A trova é, hoje, o único gênero literário exclusivo da língua portuguesa. Originária da quadra popular portuguesa, encontrou campo fértil no Brasil, mas só depois de 1950 começou a ser estudada e difundida literariamente.
Conversa literária: exemplo de trova
(Pedro Viana Filho)
Para alguns eu sou benquisto
para outros, um atrevido...
Meu consolo é que nem Cristo
foi por todos compreendido.
As espadas ferem tanto,
como também os punhais...
A língua humana, entretanto,
é menor e fere mais.
O que na vida aprendi
e tenho aprendido mais,
provém das lições que ouvi
das tradições dos meus pais.
Trovador, qual o motivo
desse teu mundo risonho?
O segredo é porque vivo
envolvido no meu sonho!
Fonte: www.diarioon.com.br
Observatório Comunitário: Dia do Trovador: 

quinta-feira, 8 de julho de 2021

Dia Nacional da Ciência

08 de Julho

Lei Nº 10.221, 18/04/2001

A criação desta data comemorativa contribui para a ampliação da consciência de que a Ciência, Tecnologia e Informação (CT&I) têm papel estratégico no esforço de desenvolvimento do País.
Continua em marcha o processo de concentração em mãos de alguns países dos avanços e da inovação de alto nível. Na era digital, aprofundam-se o hiato da informação, assim como o fosso entre o saber e saber fazer, de um lado, e do não saber nem saber fazer, de outro.
Para reverter as tendências negativas e, ao mesmo tempo, buscar inserção competitiva no mercado mundial, multiplicam-se os esforços, com prioridade para a CT&I por parte dos países emergentes – como a China, Brasil e Índia, bem como da Coréia do Sul, que em muitos aspectos já pode ser considerada como nação desenvolvida.
No País, demos passos iniciais, mas firmes, na direção do avanço da CT&I. Para além disso, Governo e Sociedade estão conscientes de que é preciso fazer muito mais e de forma sustentada. Sabemos que esta será uma década de decisões dramáticas, com vistas à adoção de políticas públicas que permitam ao Brasil aspirar a uma posição no pelotão mais avançado da pesquisa e desenvolvimento mundiais. Nossa opção, está feita; a sobrevivência do retardo é inadmissível. O desafio agora é o de perseverarmos em nossa trajetória.
São evidentes os problemas e a complexidade de suas soluções. Os problemas não surgiram ontem mas, ao lado de nossas realizações, são fruto do longo processo de ingresso do País, no mundo da CT&I.
Entre tais problemas estão os de avançar no conhecimento e promover, ao mesmo, tempo, muito mais investimentos empresariais na inovação; aproximar a universidade e os centros de pesquisa e as empresas de base tecnológica; conjugar o desenvolvimento científico-tecnológico com o desenvolvimento social; combinar variáveis distintas, mas indispensáveis: esforço nacional, desconcentração regional, integração nacional e cooperação internacional.
A ciência e a tecnologia são ingredientes necessários à construção da paz. A desconcentração global do conhecimento e da inovação é requisito básico da nova maneira de ver e organizar a ordem mundial, já que constituem a mola propulsora do progresso e devem ser um instrumento de inserção mais eqüitativa no mundo.
Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia

sexta-feira, 2 de julho de 2021

Dia do Bombeiro

No dia 2 de julho de 1856, foi assinado por D.Pedro II, o decreto nr. 1.775, que regulamentava pela primeira vez o serviço de extinção de incêndios no Brasil. Nesta época, ao som do badalar dos sinos, os incêndios eram apagados "mão-a-mão", ou seja, era feita uma corrente de pessoas, ficando a primeira na beira de um poço enchendo os baldes de água e as demais, passando adiante. Neste trabalho, eram engajadas todas as pessoas, velhos, moços e até crianças.
Dia do Bombeiro
Os primeiros 10 bombeiros foram treinados a trabalhar precariamente, em um carro puxado por cavalos onde carregavam as pipas d"agua.
Somente em 1887 é que os bombeiros passaram a receber equipamentos de boa qualidade, entre eles uma bomba com mangueira. Já em 1891, houve um aumento considerável no efetivo de homens, e até 50 aparelhos telefônicos foram instalados para facilitar e agilizar o serviço.
Além da cavalaria, foram também adquiridas seis bicicletas para fazer a ronda.
Nesta época, utilizavam-se cornetas para fazer os alarmes.
Na atualidade, os bombeiros desenvolvem muitas outras funções, além do combate ao fogo.
Eles socorrem vítimas de catástrofes naturais, resgatam cães e gatos presos em árvores ou telhados, e também atendem chamados para capturar animais soltos que oferecem perigo à população, como leões que fogem de circo, cobras, aranhas, etc...
Como "anjos da guarda" não têm folga, os bombeiros trabalham 24 horas por dia e comemoram o dia 2 de julho trabalhando.
Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

segunda-feira, 28 de junho de 2021

Entenda como Irajá se tornou o bairro mais quente do Rio


RIO — Proximidade da Avenida Brasil, alta ocupação de solo e poucas áreas verdes: fatores geográficos e urbanísticos explicam a posição de Irajá, dentro do sistema Alerta Rio, da prefeitura, como o bairro mais quente do Rio em 2020. São oito estações espalhadas pela cidade, e, ao longo dos 365 dias do ano passado, em 36% das datas foi em Irajá o registro de temperatura mais alta do dia. Em seguida, vieram Santa Cruz e São Cristóvão.
Em seu monitoramento, o Alerta Rio localiza qual bairro registrou a maior temperatura do dia na cidade, diariamente. Segundo especialistas, a posição de Irajá não é uma surpresa, pois simboliza questões geográficas e urbanísticas daquela área na Zona Norte: pouca cobertura vegetal e arborização urbana, alta ocupação do solo, proximidade de vias expressas — em especial a Avenida Brasil — distância da orla, e até sua topografia com muitas montanhas no entorno, o que afeta a circulação do ar.

— Irajá é um bom exemplo na Zona Norte, de bairro com urbanização consolidada, o que acumula mais energia solar, através da radiação do sol. Quanto mais urbanizada a superfície, mais calor ela acumula. Por isso, a prefeitura precisa ter algum tipo de ação para melhorar as condições dessas áreas áridas, com criação de parques e arborização — explica Andrews Lucena, Doutor em Ciências atmosféricas da UFRRJ. — Irajá não deve ser muito diferente de seus vizinhos mais próximos, como Bonsucesso, Penha, Madureira e Cascadura. Mas lá é onde temos uma estação. Em Bangu, por exemplo, não há mais estação de temperatura. Por isso, o imaginário de Bangu como bairro mais quente deve ficar para a geração mais antiga, e os mais novos vão ler sobre Irajá. 

O especialista, que estuda ilhas de calor, explica que o aquecimento funciona de baixo para cima. Ou seja, não é o raio de sol direto nos nossos corpos que nos faz sentir calor, e sim a radiação do sol que aquece o solo e aumenta a temperatura do local. Por isso, quanto maior for a ocupação urbana, maior o calor. Já se houver muita área verde no solo, a irradiação solar é amenizada.

Grandes rodovias e avenidas também são polos de calor. Por isso, a proximidade da Avenida Brasil contribui para que Irajá tenha temperaturas mais elevadas. Em suas análises por satélite, Lucena diz que a Avenida Brasil aparece como uma linha preta (a mais quente) no mapa.

— A Avenida Brasil é uma grande via de acúmulo de calor, assim como são todas grandes avenidas e rodovias. Nos nossos estudos, por exemplo, concluímos que os corredores de BRT também aumentaram a temperatura — afirma Lucena, que cita uma alternativa para falta de cobertura vegetal. — Se não tiver área verde, que é o ideal, vale criar vias de entrada de água no solo, como canaletas, para favorecer a permeabilidade.

Geógrafo e morador de Bonsucesso, Hugo Costa diz que a ocorrência de maiores temperaturas na Zona Norte não é uma coincidência.

— Irajá e São Cristóvão aparecem no topo do ranking do Alerta Rio porque são vizinhos da Avenida Brasil. O excesso de asfalto e concreto tem suas consequências. Dados do Instituto Pereira Passos de Uso do Solo do Rio de Janeiro mostram que a Área de Planejamento 3 (Zona Norte, com exceção da Grande Tijuca) é a mais densamente ocupada, principalmente por residências e vias, e a de menor cobertura Arbórea

Plano de arborização diagnosticou demanda

A necessidade de aumento da arborização urbana na cidade, e em especial na Zona Norte, foi um dos diagnósticos do Plano Diretor de Arborização Urbana (PDAU), estudo feito pela Fundação Parques e Jardins (FPJ) em 2016. O arquiteto Roberto Rocha, que integrou a equipe responsável pelo projeto, diz que dados climatológicos indicam um aquecimento da superfície da cidade nos últimos anos.

— O problema é que a ausência de áreas verdes, parques, praças e logradouros arborizados agrava ainda mais essa situação. Temos vários desertos de vegetação em toda a cidade — lamenta Rocha. — Dentre os inúmeros serviços ambientais das árvores há a regulação microclimática, um verdadeiro ar condicionado nas áreas urbanas, que mitiga essas ilhas de calor. A arborização também pode reduzir as enchentes de verão pela absorção efetuada pelas áreas permeáveis onde são plantadas e acelerar o ciclo da água, regulando a chuva numa região.

As soluções previstas pelo PDAU, porém, não saíram do papel, em grande parte, até aqui. Ele, cita, porém, a possibilidade de boas práticas através de coletivos de plantio e associações de moradores, com a orientação técnica da FPJ. Mas a prioridade de ação, de fato, é na Zona Norte.

— Existe uma maior concentração da arborização urbana na Zona Sul, Tijuca, Grajaú e Barra, ao passo que a Zona Norte, que possui infraestrutura urbana consolidada, não possui uma maior densidade de arborização nos logradouros. Então há um déficit que deve ser corrigido. Lembro que o PDAU indicou a necessidade de elaboração de um inventário de todas as árvores da cidade para verificar onde as ações prioritárias de plantio devem ocorrer. No aspecto climático a Zona Norte está carente, então é a prioritária, mas a arborização mais antiga em toda a cidade vai morrer um dia, então devem ser programadas as reposições até mesmo nos bairros hoje arborizados -- conclui Rocha, que também celebra a preservação da Floresta do Camboatá. — Um verdadeiro oásis na fronteira entre as zonas norte e oeste da cidade .

Entenda como Irajá se tornou o bairro mais quente do Rio (globo.com)

Irajá (bairro do Rio de Janeiro)

 

Até o século XVI, a região era ocupada pelos índios tupinambás. Nesse século, houve a conquista portuguesa da região e a sua divisão em sesmarias. O bairro teve origem na maior sesmaria do Rio de Janeiro, que ia de Benfica, passando por Anchieta, até Campo Grande. Ela foi recebida por Antônio de França em 1568, que, nela, fundou o engenho de Nossa Senhora da Ajuda. Um dos primeiros proprietários de terra da região foi o reverendo Antônio Martins Loureiro, fundador da igreja da Candelária. Ele as recebeu em 2 de abril de 1613. Por sua vez, Gaspar da Costa, em 1613, foi responsável pela construção da capela barroca de Irajá.

O filho de Gaspar, em 30 de dezembro de 1644, instituiu a paróquia Nossa Senhora da Apresentação de Irajá e, posteriormente, foi seu primeiro vigário. A paróquia veio a se tornar a igreja Matriz do bairro, confirmada por alvará de dom João IV em 10 de fevereiro de 1647. Em 1625, o chamado campo de Irajá foi devidamente reconhecido como pertencente à câmara municipal.

Durante o século XVII, Irajá foi um centro de abastecimento importante de alimentos e de material de construção. O que pode ser considerado como tradição do mercado local por ele ter abrigado, por vários anos, a fábrica de cimento branco Irajazinho e a Central de Abastecimento do Rio de Janeiro, importante ponto de venda de gêneros alimentícios. Em 1775, havia treze engenhos na região, todos com mão de obra escrava. Como outras sesmarias, a de Irajá foi desmembrada, moldando o mapa da cidade que hoje conhecemos. Atualmente, o bairro é, essencialmente, um bairro residencial. As famílias tradicionais do Irajá são: Bral, Campos, Eleutério, Gamas, Borges, Matos, Tavares e Esteves.

Cronologia simplificada

  • 1644 – Criada a freguesia de Nossa Senhora da Apresentação de Irajá (padre Antonio de Marins Loureiro);
  • 1647 – Padre Gaspar da Costa foi indicado como o primeiro vigário da freguesia;
  • 1883 – Inauguração da estação de Irajá da Estrada de Ferro Rio d'Ouro;
  • 1895 – Fundado o cemitério municipal de Irajá;
  • 1911 – Inaugurada a linha de bonde, puxado a burros, Madureira-Irajá;
  • 1912 – Fundado o Irajá Atlético Clube;
  • 1924 – Início do loteamento dos terrenos da Sociedade Condomínio Irajá
  • 1926 – Desmembramento de Realengo e Madureira do distrito municipal de Irajá;
  • 1928 – fundada, em 13 de maio de 1928, a igreja Metodista de Irajá (primeira igreja protestante do bairro);
  • 1934 - Fundação da Primeira Igreja Batista de Irajá;
  • 1936 – Inaugurada a escola municipal Mato Grosso;

  • 1941 – Inaugurado o Cine Irajá;
  • 1962 – Criada a XIV Região Administrativa;
  • 1967 – Fundado o Grêmio Recreativo Bloco Carnavalesco Boêmios de Irajá;

  • 1998 – Inaugurada a atual estação Irajá do Metrô (no antigo leito da Estrada de Ferro Rio d'Ouro);
  • 2001 – Fundação do Clube do Del Rey;
  • 2003 – Fundação do Irajax Futebol Clube;
  • 2010 - Fundação do Moto Grupo Fantasma de Irajá - O espírito que anda; Condomínio Villaggio localizado na estrada da Água Grande, 221 e esquina com Hannibal Porto
  • 2011 - Inauguração do Via Brasil Shopping.

domingo, 27 de junho de 2021

Histórias do Rio - Histórias dos Bairros - Irajá

 


A origem do nome Irajá tem duas versões. Na primeira, “Irajá” significa “O Mel Brota”, nome dado pelos índios Muduriás, que habitavam a região. Na segunda o nome viria de “Aribo”, de “alto” e “Yá”, “brotar”, ou seja “rio que brota do alto do morro e cai abaixo”, referindo-se ao rio Irajá, que nasce no morro do Juramento e deságua na Baía de Guanabara.

Irajá era a maior Sesmaria do Rio de Janeiro e englobava as terras desde a Baía de Guanabara até a atual Zona Oeste, incluindo, entre outros, os bairros de Anchieta, Realengo, Bangu, Santíssimo e Campo Grande. Foi concedida a Antonio de França, com seu pioneiro engenho de N. Sra. da Ajuda, de 1568, do atual seria desmembrada a Fazenda Grande na Penha e outras propriedades.

As atividades predominantes eram engenhos de açúcar/aguardente, criação de gado e lavouras diversas, se destacando a do Reverendo Antonio Martins Palma e o Engenho N. Sra da Graça. Esse grande engenho foi negociado em 1712 pelo capitão Gaspar Machado ao Capitão Manuel Freire Alemão, que o passaria para Lourenço Silva Borges, indo seus limites do rio dos Cachorros até o rio Meriti.

A freguesia de Irajá foi criada pelo padre Antonio Marins Loureiro em 1644. O padre Gaspar da Costa construiu, em 1647, a igreja de N. Sra. da Apresentação que, no século seguinte, seria substituída por outra que permanece até hoje. Ela era a matriz de toda Zona Rural Carioca, quando em 1775 já havia treze engenhos na região.

Durante o século XVII, Irajá era importante centro de abastecimento de alimentos e material de construção. Seus acessos principais eram a estrada da Pavuna (Automóvel Clube), a estrada de Irajá (Monsenhor Félix), a estrada do Barro Vermelho (Colégio), a da Água Grande e a do Quitungo, que se comunicava com o Porto de Irajá, na Baía de Guanabara. Na construção da Estrada de Ferro Rio D´Ouro, foi instalada, em 1883, a estação de Irajá, extinta na década de 1960. Seu leito foi aproveitado para a implantação da Linha 2 pela Companhia do Metropolitano do Rio de Janeiro – Metrô, sendo inaugurada a estação de Irajá no mesmo local da antiga, em 1983.

Com a abertura da avenida Brasil, prolongada pela antiga avenida das Bandeiras, foram construídos grandes conjuntos habitacionais em suas margens, além da Ceasa, importante Centro de abastecimento de Gêneros Alimentícios, implantado em 1974.

O núcleo principal do bairro é a Praça N. Sra. da Apresentação, onde ficam o cemitério de Irajá - inicialmente da irmandade, inaugurado em 1835, e depois substituído pelo cemitério Municipal, construído entre 1894/1895 -, a Igreja Nossa Senhora da Apresentação - tombada pelo Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro - e o Instituto Jesus Eucarístico. Nessa área ficava a antiga fazenda Irajá, com sua casa grande, grande centro açucareiro com produção elevada que era escoada pelo “Portinho do Irajá”, situado na região de Brás de Pina. Destaca-se a figura de Dom Manuel de Monte Rodrigues, o Conde de Irajá, falecido em 1863, deputado geral pela sua província e Bispo do Rio de Janeiro, em 1839, que sagrou e coroou Dom Pedro II.

As linhas de bondes ligando Madureira a Irajá foram inauguradas em 28/09/1911, em tração animal, até que em 1928 a concessão foi transferida para a Empresa “Cia LIGHT”, que os substitui pelos de tração elétrica.

Em 8 de fevereiro de 1962 foi criada a XIV Região Administrativa de Irajá.

Nota: A denominação, delimitação e codificação do Bairro foi estabelecida pelo Decreto Nº 3158, de 23 de julho de 1981 com alterações do Decreto Nº 5280, de 23 de agosto de 1985.

Fonte / https://apps.data.rio/armazenzinho/historia-dos-bairros/

Samba é o que não pode faltar numa lista de músicas que canta os bairros do Rio de Janeiro. Chegou a vez de Irajá. O bairro da Zona Norte inspirou Nei Lopes e Wilson Moreira, mas a música também foi cantada por Roberto Ribeiro e Chico Buarque. A malandragem, a saudade, a tristeza do amor quase amado… “É isso aí, ê Irajá… Meu samba é a única coisa que eu posso te dar…”

quinta-feira, 10 de junho de 2021

Dia da Língua Portuguesa

10 de Junho

Hoje cerca de 250 milhões de pessoas falam Português no mundo. No Brasil estão 80% desses falantes.
O português é a língua oficial em Portugal, Ilha da Madeira, Arquipélago dos Açores, Brasil, Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.
É a quinta língua mais falada do planeta e a terceira mais falada entre as línguas ocidentais, atrás do inglês e do castelhano.
Por toda essa importância, seu ensino é obrigatório nos países que compõem o Mercosul.
Dia da Língua Portuguesa
Não oficialmente, o português também é falado por uma pequena parte da população em Macau (território chinês que foi até 1999 administrado pelos portugueses); no estado de Goa, na Índia (que foi possessão portuguesa até 1961) e no Timor Leste, na Oceania (até 1975 administrado pelos portugueses, quando então foi tomado pela Indonésia, atualmente é administrado pela ONU).
O fato de a língua portuguesa estar assim espalhada pelos continentes deve-se à política expansionista de Portugal, nos séculos XV e XVI, que levou para as colônias essa língua tão rica, que se misturou a crenças e hábitos muito diversos, e acabou simplificada em vários dialetos. São chamados de crioulos os dialetos das colônias européias de além-mar.
A língua portuguesa tem origem no latim vulgar, oral, que os romanos introduziram na Lusitânia, região situada ao norte da Península Ibérica, a partir de 218 a.C..
Com a invasão romana da Península Ibérica, em 218 a.C., todos aqueles povos, exceção dos bascos, passaram a conviver com o latim, dando início ao processo de formação do espanhol, português e galego. Esse movimento de homogeneização cultural, lingüística e política é denominado romanização. Até o século IX, a língua falada era o romance, um estágio intermediário entre o latim vulgar e as modernas línguas latinas, como o português, o espanhol e o francês. Essa fase é considerada a pré-história da língua.
Do século IX ao XII, já se encontram registros de alguns termos portugueses em escritos, mas o português era basicamente uma língua falada. Do século XII ao XVI foi a fase arcaica e do século XVI até hoje, a moderna. O fim do período arcaico é marcado pela publicação do Cancioneiro Geral de Garcia de Resende, em 1516. O português em Os Lusíadas, de Luís de Camões (1572), tanto na estrutura da frase quanto na morfologia (o aspecto formal das palavras), é muito próximo do atual
Fonte: UFGNet

terça-feira, 8 de junho de 2021

Dia Mundial dos Oceanos

08 de Junho

A comemoração, pela primeira vez, do Dia Mundial dos Oceanos nos permite destacar as inúmerass contribuioções dos oceanos para a sociedade.
É também uma oportunidade para reconhecer os desafios consideráveis que enfrentamos no que se refere a conservar a capacidade deles de regular o clima mundial, fornecer serviços ecossistêmicos essenciais, proporcionar meios de vida sustentáveis e atividades recreativas seguras.
Dia Mundial dos Oceanos
Oceano
De fato, as ações humanas têm efeitos terríveis nos oceanos e mares do mundo.
Ecossistemas marinhos vulneráveis, tais como os corais, e recursos de pesca importantes estão sendo destruídos pela exploração desmedida, a pesca ilegal — não declarada e não regulamentada —, as práticas pesqueiras destrutivas, as espécies exóticas invasoras e a poluição marítima, especialmente de origem terrestre.
O aumento da temperatura e nível dos mares e a acidificação dos oceanos, provocados pelas alterações climáticas, constituem novas ameaças à vida marinha, às comunidades das zonas costeiras e das ilhas e às economias nacionais.
Os oceanos são também afetados pelas atividades criminosas.
A pirataria e assaltos armados a navios ameaçam as vidas dos marinheiros e a segurança dos transportes marítimos internacionais, que asseguram a distribuição de 90% das mercadorias mundiais.
O tráfico de drogas e o tráfico de pessoas por mar são outros exemplos da ameaça que as atividades criminosas representam para a vida humana bem como para a paz e segurança dos oceanos.
Vários instrumentos internacionais criados sob os auspícios das Nações Unidas tentam encontrar soluções para esses inúmeros problemas.
Entre eles, a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, de 1982, ocupa um lugar central.
A Convenção estabelece o quadro jurídico no qual se devem inserir todas as atividades realizadas nos oceanos e nos mares e constitui a base da cooperação internacional em todos os níveis.
Para além do objetivo da participação universal na Convenção, a comunidade internacional deve intensificar os seus esforços para que seja aplicada e para fazer respeitar o Estado de Direito nos mares e oceanos.
O tema do Dia Mundial dos Oceanos, “Os oceanos: um bem nosso, uma responsabilidade nossa”, salienta o nosso dever individual e coletivo de proteger o ambiente marinho e de gerir cuidadosamente os seus recursos.
A existência de mares e oceanos seguros, saudáveis e produtivos é essencial para o bem-estar humano, a segurança econômica e o desenvolvimento sustentável.
Fonte: unic.un.org
Dia Mundial dos Oceanos, Mares Dia Mundial dos Oceanos

sábado, 5 de junho de 2021

Dia da Ecologia

5 de junho

Dia da Ecologia
Dia 05 de junho, comemora-se além do Dia Mundial do Meio Ambiente, o Dia da Ecologia. 

A palavra Ecologia é formada pela junção de duas palavras gregas, oikos (casa) e logos (ciência). Logo, define-se Ecologia como o conjunto das ciências que se dedicam ao estudo das interações dos seres vivos com o seu ambiente.

Os ecossistemas são conjuntos de seres vivos habitantes de um local - a flora, a fauna e os microrganismos, juntamente com os fatores físicos que compõem o ambiente - a atmosfera, o solo e a água.

Esses ecossistemas estão relacionados em um ciclo vital, a chamada cadeia alimentar, responsável pelo equilíbrio do ambiente.

Podemos representar a cadeia alimentar em forma de pirâmide, onde a base é constituída de alimentos vegetais (seres autotróficos) e as camadas subsequentes são compostas por predadores (seres heterotróficos) primários, secundários e terciários. O topo da pirâmide é composta pelos decompositores, que desempenham um papel fundamental para a ciclagem de nutrientes.

A Ecologia, foi dividida por Schroter, em 1896 e 1902, em dois grandes ramos:
Auto-ecologia: é o ramo da ecologia que estuda a influência dos fatores externos sobre o animal e o vegetal, ou sobre uma espécie determinada. É, por assim dizer, o estudo individual de um organismo, ou de uma espécie, em que é posta em destaque a sua biologia e o comportamento que apresenta na adaptação a um meio determinado.

Sinecologia: estuda os grupos de organismos associados entre si, quer dizer, o estudo das comunidades naturais, incluindo animais e vegetais.
A tendência atual é a de considerar a ecologia dividida em quatro subdivisões, não tendo em conta nem a auto-ecologia nem a sinecologia.
Essas quatro subdivisões são:
Ecologia das Espécies
Ecologia das Populações
Ecologia das Comunidades
Ecologia dos Ecossistemas
A divisão da ecologia pode basear-se em vários critérios, como por diferentes ambientes, ecologia marinha, ecologia de água doce, ecologia terrestre.
Há ainda a divisão por critérios taxonômicos: ecologia de insetos, ecologia de crustáceos, ecologia de plantas. A divisão da ecologia é vantajosa pois facilita o seu entendimento, mas sempre deve-se pensar sempre nas “diversas” ecologias com um todo.
Fonte: www.achetudoeregiao.com.br

terça-feira, 1 de junho de 2021

1 de Junho / Dia da Imprensa


Até o século XV não existia o que hoje chamamos de imprensa. 
Um alemão, João Gutemberg, foi o inventor do processo de impressão com tipos móveis, e desse aperfeiçoamento nasceu a verdadeira imprensa, que tem sido sempre mais aperfeiçoada até os nossos dias.
Foi D. João VI quem criou a imprensa no Brasil, quando, a 13 de maio de 1808, decretou a instalação da imprensa Régia no país. 
O primeiro jornal diário brasileiro, o “Diário do Rio de Janeiro”, aparecido a 1° de de junho de 1821, foi fundado por Zeferino Vitor Meireles, que trabalhava na imprensa Régia e onde por concessão especial do Príncipe Regente, imprimiu os primeiros números do seu jornal. 
A imprensa é um dos esteios da Ordem, da Democracia e do Progresso. Por seu intermédio, ou através dela se propagam as boas e generosas causas, se difundem conhecimentos e advogam e pregam princípios e idéias. 
Grandes jornalistas foram Evaristo da Veiga, Quintino Bocaiua, Rui Barbosa, José do Patrocínio, Ferreira Viana, Assis Chateaubriand, etc.

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Dia do Pedagogo

Dia 20 de maio é instituído como dia Nacional do Pedagogo. Este profissional luta até hoje pela valorização e reconhecimento profissional. Sua atuação em escolas e centros de Educação é muito relevante, principalmente para o desenvolvimento social e econômico da sociedade brasileira. Eles que contribuem e desenvolvem pesquisas para os métodos de aprendizagem e atuam na educação profissional, na área de serviços e de apoio escolar, na educação de jovens e adultos, na participação em atividades da gestão de processos educativos e outros.
Dia do Pedagogo

terça-feira, 18 de maio de 2021

18 de Maio / Dia Mundial dos Museus

Dia Mundial dos Museus

O SBM - Sistema Brasileiro de Museus define Museu como:

Os museus são casas que guardam e apresentam sonhos, sentimentos, pensamentos e intuições que ganham corpo através de imagens, cores, sons e formas.
Os museus são pontes, portas e janelas que ligam e desligam mundos, tempos, culturas e pessoas diferentes.

No dia 18 de maio é comemorado o Dia Mundial do Museu.
A data foi instituída pelo Comitê Internacional de Museus (ICOM) com o objetivo de chamar a atenção da sociedade e do público para a importância dos museus. 
Afinal, são os museus os responsáveis por preservar a história e a cultura da humanidade.
Através dos anos, preservam os objetos que foram utilizados, inventados ou descobertos pelo homem ao longo de sua existência histórica.
Visitar um museu é, portanto, voltar no tempo, aprender nossa história e valorizar o conhecimento humano!
Existem vários tipos de museus:
  • Museu de história natural: preservam a fauna e a flora. Em alguns é possível conhecer os animais pré-históricos, extintos há milhões de anos! Uma viagem fascinante!
  • Museu de arte: podem conter obras de diversos movimentos artísticos, desde pinturas bizantinas até movimentos mais recentes como os impressionistas, modernistas e contemporâneos.
  • Museu sobre etnias: existem diversos tipos de museus que contam e preservam a história e cultura de diversos povos. Muitas vezes, algumas etnias nem existem mais, como é o caso de algumas tribos indígenas brasileiras e americanas.
  • Museus de tecnologias: estes museus tratam da evolução da ciência e do conhecimento cientifico da humanidade. Exemplos: museu do telefone, do rádio, do automóvel e muito mais!
Para um guia completo de museus do Brasil clique aqui!
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segunda-feira, 17 de maio de 2021

17 de Maio / Dia Internacional das Telecomunicações

Dia Internacional das Telecomunicações
Alô! Alô! Quem fala?
Hoje é o Dia Internacional das Telecomunicações.
Telecomunicação é uma forma de estender o alcance normal da comunicação (tele em grego significa “distância”) e a palavra comunicação deriva do latim communicare, que significa “tornar comum”,  “partilhar”, “conferenciar”.
O dia 17 de maio foi eleito como Dia Internacional das Telecomunicações porque, nesse dia, em 1865, foi fundada a União Telegráfica Internacional, que na década de 1930 transformou-se na União Internacional de Telecomunicações (UIT).
Tudo começou com o telégrafo e evoluímos até a popularização da Internet, a rede mundial de computadores que fez do planeta um lugar sem fronteiras geográficas, onde o longe não existe. É maravilhoso poder ter amigos de várias nacionalidades, este fenômeno nunca foi visto nem experimentado na nossa história.
Vamos agora voltar no tempo e ver as datas mais importantes que contribuíram para a evolução dos meios de comunicação:
  • 1840 - Samuel Morse registra a patente do telégrafo elétrico. Baseado em um código binário de pontos e traços (o chamado Código Morse), mensagens eram enviadas rapidamente a grandes distâncias. A repercussão foi imediata, em pouco tempo o mundo todo estava utilizando o telégrafo.
  • 1850 - Um cabo submarino construído no canal da mancha liga França e Inglaterra para transmissões telegráficas.
  • 1866 - O primeiro cabo submarino transatlântico para transmissões telegráficas é construído ligando Europa à América! Um grande avanço, diminuindo a distância geográfica entre países.
  • 1865 - No dia 17 de maio é fundada em Paris a União Telegráfica Internacional. Na década de 30, transforma-se na União Internacional de Telecomunicações (UIT).
  • 1876 - Alexander Graham Bell registra a patente do telefone. A invenção do telefone foi revolucionária, o aparelho contém um microfone que converte as ondas sonoras (voz humana) em impulsos elétricos.
  • 1879 - D. Pedro II autoriza o funcionamento da primeira Empresa de Telefonia no Brasil. Os primeiros telefones começam a funcionar na cidade do Rio de Janeiro.
  • 1890 - Heinrich Hertz fez mais uma descoberta importantíssima: as ondas eletromagnéticas! Que permitiu futuramente a invenção do rádio! Tornou-se extremante popular depois da primeira guerra, era o início da era de ouro do rádio!
  • 1922 - Primeira transmissão radiofônica no Brasil.
  • 1926 - Inglaterra e os Laboratórios Bell, nos Estados Unidos, apresentam pela primeira vez a televisão.
  • 1950 - Assis Chateaubriand foi o responsável por trazer a televisão para o Brasil. O primeiro programa da TV brasileira aconteceu no dia 18 de Setembro, e foi transmitido pela TV Tupi.
  • 1958 - Com o objetivo de impulsionar a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico e militar nasce a ARPA – Advanced Research Projects Agency – que precursora da Internet.
  • 1976 - Steve Jobs apresenta o primeiro computador pessoal, o “Apple Computer”.
  • 1978 - A telefonia móvel celular é ativada no Japão. As estações de telefone móvel são interligadas entre si, por cabos de fibra ótica ou por ondas de rádio terrestres e o sinal recebido pelo telefone móvel vem dessas estações.
  • 1993 - Moisac, o primeiro grande navegador gráfico é apresentado ao público.
  • 1995 - A Rede Mundial de Computadores, a internet, é implantada no Brasil.
Para saber mais sobre a história do computador pessoal e do surgimento da internet, o site da Discovery desenvolveu uma multimídia muito bacana. Confira em 

domingo, 16 de maio de 2021

Parabéns a todos os garis do Brasil!

16 de Maio / Dia do Gari

Dia do Gari
Você sabe quem são os responsáveis por deixar todas as ruas da nossa cidade limpinhas e sem nenhuma sujeira?

São os Garis! E hoje comemoramos o dia deles!
O gari é encarregado de recolher os lixos, limpar e varrer todas as ruas das cidades, parques e praças. Por isso hoje devemos mandar um grande abraço a todos esses incríveis profissionais, e também fazer
nossa parte, jogando sempre o lixo no lixo. Além de estarmos contribuindo com o trabalho dos garis, nós também estaremos preservando os lugares que nós mesmos utilizamos.

Você sabia que a profissão de Gari surgiu no Rio de Janeiro? Tudo aconteceu quando um empresário chamado Aleixo Gary assinou contrato com o governo para organizar o serviço de limpeza das ruas e praias da cidade.
Desde então os garis trabalham duro todos os dias com muito empenho para deixar nossa cidade limpa e bonita.
Você pode fazer sua parte também, separando o lixo na sua casa, papéis, vidros, metais e plásticos, cada qual em seu devido saco de lixo. Isso é chamado de coleta seletiva. Além de facilitar o trabalho dos coletores, você também estará preservando o meio ambiente. Não é ótimo? Se cada um fizer a sua parte, teremos lugares mais limpos e bonitos, e facilitaremos o trabalho destes profissionais tão importantes para a nossa cidade!