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terça-feira, 12 de outubro de 2021

Descobrimento da América

12 de Outubro

Em 12 de outubro de 1492, o navegador Cristóvão Colombo descobre a América, a terra nova. Ele avista Guanaani e nela se aporta (San Salvador, nas Pequenas Antilhas), sem ter noção da grande descoberta. Pensa ter chegado mais ao norte das Índias.
Mas trata-se ainda de sua primeira viagem. A primeira das outras quatro que faria ao continente americano. Só depois, nas viagens de 1493, 1498 e 1502 é que o navegador genovês reconhece a originalidade da ilhas do Caribe. Essa "América" que Colombo imagina ser o paraíso terrestre.
Com essa descoberta, Colombo marca um tempo novo.
Um tempo que mudou de forma significativa e irreversível a face do mundo: as relações políticas, econômicas e sociais entre os povos do ocidente.
QUEM FOI COLOMBO?
Cristóvão Colombo nasceu em Gênova, na Itália, no ano de 1451. Pertencia a uma rica família de artesãos e, apesar de ter vivido nesse importante centro mercantil, não obteve uma formação intelectual profunda.
Fez contato com os conhecimentos relacionados à navegação e à cartografia - saber comum, na época, em qualquer porto cosmopolita. Sua primeira aventura no mar aconteceu aos dez anos de idade.
Em 1476, então com 25 anos, Colombo naufragou ao largo do Algarve, a bordo de uma embarcação mercante flamenga. Por conta desse naufrágio, ele acabou indo para Lisboa, onde já morava seu irmão Bartolomeo.
Dizem que Portugal marcou Colombo não só na língua, mas também nos seus conhecimentos marítimos e no seu espírito aventureiro. Em outras palavras, dizem que Portugal é que fez de Colombo, Colombo.
Exagero ou não, a verdade é que o navegador genovês viveu um bom tempo em Lisboa e casou-se com uma abastada portuguesa da Ilha da Madeira. A única coisa que Portugal negou a Colombo foi a delegação de poderes para navegar com o apoio da coroa portuguesa.
OS REIS CATÓLICOS DA ESPANHA
O reino de Portugal tinha consciência dos interesses econômicos e políticos que envolviam a corrida pelo domínio dos mares e das novas terras por descobrir.
Tentando manter seu monopólio sobre as navegações, os portugueses negam a Colombo, em 1485, a delegação de poderes para a navegação.
Poder esse que ele só conseguiria tempos depois, pelas mãos e bênçãos dos Reis Católicos de Aragão e Castela, mais precisamente em abril de 1492.
Com carta branca para agir, Colombo partiu das Ilhas Canárias no comando de duas caravelas (Pinta e Nina) e de uma nau galega (Santa Maria), no dia nove de setembro de 1492, rumo a novas rotas. Foi à frente de uma tripulação sedenta de riquezas e especiarias.
Após mais três viagens à América, a morte da rainha Dona Isabel de Castela - sua mecenas - e cair doente, o navegador italiano morreu em Valladolid, na Espanha, no ano de 1506.
OS COLONIZADORES
Uma vez descoberta, a América foi colonizada principalmente por quatro povos - espanhol, português, inglês e francês.
De acordo com o tipo de interesse do colonizador em determinada região do continente, ocorreram formas de colonizar diferenciadas, na verdade duas: colonização de povoamento e de exploração.
Nas colônias de povoamento, as características básicas foram: pequena propriedade, policultura e mão-de-obra familiar, visando ao mercado interno. Já na de exploração, predominou a grande propriedade, a monocultura e o trabalho escravo, de olho no mercado europeu.

Colonização

EspanholaComeçou com a conquista das ilhas do Caribe, em fim do sécilo XVI. 
As populações nativas foram dizimadas. no México, os astecas foram massacrados em 1519. 
No Peru, a conquista e destruição do Império Inca iniciaram-se em 1532.
PortuguesaDecaindo o comércio na Ásia, Portugal passou a ocupar em definitivo as terras brasileiras.
Implantou as capitanias hereditárias e instalou as sesmarias.
InglesaComeço em 1607, com a colonização da América do Norte.
Ao norte dos Estados Unidos, instalaram-se os pequenos proprietários de terra. 
Ao sul, predominaram as grandes propriedades.
FrancesaFormaram na América do Norte, as colônias de Terra Nova, 
Nova Escócia e Nova França (Canadá), a partir de 1603. 
De 1682 em diante, rumaram para o vale do Mississipi (Louisiana) e fundaram Nova Orleans.
COMO É DIVIDIDA A AMÉRICA
O continente americano é dividido geograficamente em América do Norte, América Central (incluindo Caribe) e América do Sul. Banhado a Oeste pelo oceano Pacífico e a Leste e pelo Atlântico, é o segundo maior continente do mundo, com 42.560.270 km2.
Há também uma divisão socioeconômica, que difere da geográfica e reparte o continente em dois blocos: Canadá e Estados Unidos ao Norte e a chamada América Latina (que inclui o México, país geograficamente localizado na América do Norte, e os demais países da América Central e do Sul).
Esta última divisão mostra a gritante diferença econômica que existe entre as duas áreas. Enquanto Estados Unidos e Canadá apresentam Produto Interno Bruto (PIB) dos mais altos no mundo, a maioria dos outros 33 países que compõem a parte Latina vivem problemas sociais graves, por conta da pobreza.
Interesses econômicos
O reino de Portugal tinha consciência dos interesses econômicos e políticos que envolviam a corrida pelo domínio dos mares e das novas terras por descobrir.
Tentando manter seu monopólio sobre as navegações, os portugueses negam a Colombo, em 1485, a delegação de poderes para a navegação.
Poder esse que ele só conseguiria tempos depois, pelas mãos e bênçãos dos Reis Católicos de Aragão e Castela, mais precisamente em abril de 1492.
Com carta branca para agir, Colombo partiu das Ilhas Canárias no comando de duas caravelas (Pinta e Nina) e de uma nau galega (Santa Maria), no dia nove de setembro de 1492, rumo a novas rotas. Foi à frente de uma tripulação sedenta de riquezas e especiarias.
Após mais três viagens à América, a morte da rainha Dona Isabel de Castela - sua mecenas - e cair doente, o navegador italiano morreu em Valladolid, na Espanha, no ano de 1506.

Divisão da América

O continente americano é dividido geograficamente em América do Norte, América Central (incluindo Caribe) e América do Sul. Banhado a Oeste pelo oceano Pacífico e a Leste e pelo Atlântico, é o segundo maior continente do mundo, com 42.560.270 km2.
Há também uma divisão socioeconômica, que difere da geográfica e reparte o continente em dois blocos: Canadá e Estados Unidos ao Norte e a chamada América Latina (que inclui o México, país geograficamente localizado na América do Norte, e os demais países da América Central e do Sul).
Esta última divisão mostra a gritante diferença econômica que existe entre as duas áreas. Enquanto Estados Unidos e Canadá apresentam Produto Interno Bruto (PIB) dos mais altos no mundo, a maioria dos outros 33 países que compõem a parte Latina vivem problemas sociais graves, por conta da pobreza.
Para se ter uma idéia, a renda per capita dos Estados Unidos é de 29.240 dólares por ano. Já no Haiti não passa de 410 dólares anuais.
Fonte: : www.ibge.gov.br

Dia das Crianças

12 de Outubro

Dia das Crianças
Em 1960, o diretor comercial da fábrica de brinquedos Estrela no Brasil, Eber Alfred Goldberg, teve a idéia de criar a Semana do Bebê Robusto, em parceria com a empresa de cosméticos e produtos farmacêuticos Johnson & Johnson.
Logo depois, em junho do mesmo ano, seguindo a iniciativa de Eber, outras empresas resolveram criar a Semana da Criança para aumentar as vendas. Faltava apenas escolher uma data e um mês.
Em comum acordo, o comércio instituía, então, o dia 12 de outubro como Dia da Criança, não só para homenageá-la como para estimular a venda de produtos infantis.

NO MUNDO

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a data universal para comemorar o dia da criança é 20 de novembro, quando também se comemora a assinatura da Declaração dos Direitos da Criança.
Entre outras coisas, a declaração reconhece a todas as crianças, independente de raça, credo, cor ou sexo, o direito à afeição, amor e compreensão; alimentação adequada, cuidados médicos, educação gratuita e proteção contra todas as formas de exploração.
Mas, alguns países, como o Brasil, adotaram outros dias para comemorar o Dia da Criança.
No Japão, por exemplo, os meninos são homenageados no dia 5 de maio. Nesta época, as famílias que têm filhos, meninos, penduram flâmulas do lado de fora das casas. As flâmulas representam carpas e são símbolos de força. Além disso, cozinham bolinhos de arroz e fazem exposições de bonecos que lembram os samurais.
As meninas são lembradas no dia 3 de março, nas tradicionais festas das bonecas conhecidas como "Hina Matsuri". As famílias com filhas, meninas, organizam exposições de bonecas, que representam a antiga corte imperial.
Na Índia, a comemoração acontece em 15 de novembro, em Portugal no dia 1º de junho e na China, em 5 de maio.
PROJEÇÕES
Crianças e adolescentes constituem uma parcela significativa da população brasileira. Segundo o Censo Demográfico 2000 do IBGE, a população de 0 a 14 anos representava 29,6% da população.
Em função das altas taxas de natalidade observadas nas décadas de 40, 50 e 60, este grupo populacional cresceu consideravelmente em termos quantitativos entre 1965 e 1980. Já a partir daí, verifica-se um declínio em função das baixas taxas de fecundidade e novamente um aumento, no início da década de 90, mantido pelas altas taxas de natalidade.
SAÚDE INFANTIL
Se toda criança tem direito a cuidados médicos como consta na declaração, vamos observar a quantas anda a saúde das crianças e dos adolescentes brasileiros, segundo resultados da Síntese de Indicadores Sociais 2003, do IBGE.
A taxa de mortalidade infantil é um indicador usado para medir o nível de desenvolvimento de um país. Seu aumento pode ter como causas a situação de pobreza, a desigualdade no acesso aos serviços de saúde e falta de infra-estrutura e saneamento básico, por exemplo. No Brasil, embora a taxa tenha diminuído em todas as regiões brasileiras, a média continua alta, sendo uma das maiores se comparada aos demais países da América Latina.
LUGAR DE CRIANÇA É NA ESCOLA
A educação não é só um direito de todas as crianças, mas uma responsabilidade do governo. No Brasil, as taxas de analfabetismo estão diminuindo, principalmente entre os jovens, mas a média de anos de estudo alcançada ainda é muito baixa.

DIREITOS DA CRIANÇA

1. Direito à igualdade, sem distinção de raça,religião ou nacionalidade.
2. Direito à proteção especial para o seudesenvolvimento físico, mental e social.
3. Direito a um nome e a uma nacionalidade.
4. Direito à alimentação, moradia e assistênciamédica adequadas para a criança e a mãe.
5. Direito à educação e a cuidados especiais para acriança física ou mentalmente deficiente.
6. Direito ao amor e à compreensão por parte dospais e da sociedade.
7. Direito à educação gratuita e ao lazer infantil.
8. Direito a ser socorrido em primeiro lugar, emcaso de catástrofes.
9. Direito a ser protegido contra o abandono e aexploração no trabalho.
10. Direito a crescer dentro de um espírito desolidariedade, compreensão, amizade e justiçaentre os povos.
Fonte: www.moderna.com.br | www.ibge.gov.br

sábado, 9 de outubro de 2021

Dia do Açougueiro

09 de Outubro

Açougueiro
Também se diz "homem do talho".
"A palavra "açougue" é um vocábulo de origem árabe (as-soq), que é completamente vernácula no português lusitano e profusamente utilizada no interior do país.
É rara a cidade, vila ou povoado que não tem uma Rua do Açougue, ou Travessa do Açougue.
O que acontece é que a palavra caiu em desuso em Lisboa e algumas outras regiões do país, onde passou a ser considerada um arcaísmo, sendo substituída por "talho", o local onde se "talha" ou corta a carne, enquanto que o "açougue" original era o local onde também se matavam os animais."

DESCRIÇÃO DA FUNÇÃO DE AÇOUGUEIRO

SUMÁRIA
Participar do recebimento da carne, proceder verificação da qualidade, fazer o retalhamento das peças, utilizando instrumentos e técnicas apropriadas.
DETALHADA
Acompanhar o recebimento da carne, verificando sua quantidade e qualidade.
Armazenar os diferentes tipos de carne em locais apropriados, para evitar sua deterioração.
Retalhar as peças conforme a necessidade, fazendo o pré-preparo de acordo com o cardápio diário, utilizando-se de equipamentos e técnicas adequadas.
Proceder controles estabelecidos na área de atuação.
Manter a ordem e higiene do local, a fim de evitar acidentes e proliferação de insetos, conservando a qualidade do produto.
Zelar pela guarda, conservação, limpeza e segurança dos equipamentos, instrumentos e utensílios peculiares ao trabalho, bem como dos locais, comunicando qualquer irregularidade.
Desempenhar outras atividades correlatas e afins.
Fonte: www.unesp.br

terça-feira, 5 de outubro de 2021

Dia da Promulgação da Atual Constituição Brasileira

05 de Outubro

No início de 1987, senadores e deputados federais iniciam uma Assembléia Nacional Constituinte e trabalham até outubro de 1988, quando a nova Constituição brasileira é promulgada. Algumas mudanças são feitas e a nova Carta é redigida com os direitos individuais ampliados e as liberdades públicas fortalecidas, após tantas restrições impostas na época da ditadura militar.
No período de sua elaboração, dois novos estados são instituídos: o território de Roraima passa a ser estado; e Goiás é dividido em norte e sul. O lado norte se transforma no estado de Tocantins. A Constituição de 1988 foi a sétima promulgada no país.

As constituições

Entre a primeira Constituição, a de 1824, e a penúltima, a de 1967, existe uma diferença: enquanto a de 1824 foi sendo melhorada em sucessivas reformas legislativas, a de 1967 representou um freio para as forças democráticas, através de um ato institucional que retirou da Carta o que ela tinha de conquista do pensamento liberal.
Vamos observar uma a uma:
1824 - outorgada pelo imperador dom Pedro I, a Constituição de 1824 se caracterizava por ser um meio termo entre as formas liberais do constitucionalismo europeu e o absolutismo ainda muito enraizado. Nessa Carta, além dos três poderes - Executivo, Legislativo e Judiciário - havia também um quarto: o Poder Moderador (que tinha a palavra final sobre as decisões do poder Legislativo, quer dizer, com mais força sobre os outros). Esse poder era exercido, é claro, por Dom Pedro.
1891 - promulgada logo após a Proclamação da República, essa Constituição se restringiu a alterações no âmbito político-institucional. Entre elas: forma de governo, federação, extensão do voto aos eleitores masculinos com mais de 21 anos, supressão do Poder Moderador, revogação da vitaliciedade do Senado e separação entre Estado e Igreja.
1934 - considerada um marco, a Constituição de 1934 foi um reflexo da complexidade já alcançada pela sociedade brasileira. Forças heterogêneas representadas pelas oligarquias, pelo liberalismo clássico e pelos liberais modernos compunham a Assembléia Constituinte. O resultado foi uma Constituição em que cada força conseguiu o que queria.
1937 - os cientistas sociais costumam chamá-la de constituição semântica (a que dá aparência de legalidade a um regime autoritário). Foi o caso do Estado Novo, de Getúlio Vargas. Com essa Carta, os civis podiam ser julgados pelos militares, a censura adquiria base constitucional e o presidente da República podia decretar tudo, o que significa dizer que todas as liberdades dependiam da sua vontade.
1946 - essa Constituição captou o espírito do seu tempo. A legitimidade de sua Assembléia Constituinte, por exemplo, era incontestável: escolhida por eleições livres. No que diz respeito às garantias individuais, antecipava-se em dois anos à Declaração dos Direitos do Homem, da Organização das Nações Unidas. O ponto alto dessa Constituição é que ela não ignorou a realidade brasileira e foi fortemente influenciada pelo liberalismo moderno.
1967 - aumentou os poderes da União, redistribuiu a renda de uma forma que estados e municípios perderam toda e qualquer autonomia, submeteu o Legislativo a rigorosa disciplina, ampliou os poderes da Justiça Militar, condicionou as liberdades individuais à segurança nacional e acabou com as eleições diretas para presidente da República.
1969 - em 13 de dezembro de 1969, a Emenda Constitucional no 1 modificou a Constituição de 1967. Na prática, significou centralização maior do poder nas mãos dos militares, redução extrema dos poderes do Legislativo e drástico cerceamento dos direitos dos cidadãos.

A Carta Magna de 1988

A Assembléia Constituinte de 1987 teve, acima de tudo, uma função restauradora. Os retrocessos que ocorreram na Carta 1967/69 exigiam reformas e a sociedade brasileira assim o queria. A evolução sentida entre os cidadãos, do ponto de vista político, de consciência de seus direitos e deveres, conclamou de senadores e deputados constituintes um trabalho profundo rumo a uma real democracia.
Aliás, esse deveria ser o objetivo maior ao se redigir o texto de uma nova Constituição: transformar. Mudar para melhor, tendo sempre em vista a cidadania, as mudanças de mentalidade, a liberdade de um povo.
É natural - está aí a história que não nos deixa mentir - que, na formulação da Lei máxima de uma nação, as diversas forças presentes na sociedade se manifestem, sejam elas liberais, modernas, tradicionais ou retrógadas. Em um país como o nosso, então, de grande extensão territorial e diversidade cultural, isso é quase uma lei também. O importante, no entanto, é que a Constituição de um país seja o reflexo honesto, democrático e límpido de sua complexidade ou heterogeneidade ou mesmo da falta delas.
A Constituição de 1988 foi, além de um exercício democrático, um avanço. Ou, melhor dizendo, um ponto de ruptura para seguir finalmente em direção aos Direitos e Garantias Fundamentais dos indivíduos e da coletividade. E, dessa vez, esperamos, sem mais retrocessos.
Fonte: www.ibge.gov.br

quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Dia Mundial da Alfabetização

08 de Setembro

Este ano, o tema do Dia Internacional da Alfabetização -- o gênero e a alfabetização -- salienta o obstáculo que a desigualdade entre os sexos representa para o nosso trabalho em prol da alfabetização para todos.
Neste segundo ano da Década das Nações Unidas para a Alfabetização, mais de 50 mil milhões de mulheres constituem a maior parte dos adultos analfabetos do mundo; por outro lado, a maioria das crianças que não frequentam a escola são moças.
Ao mesmo tempo, estudos sucessivos têm demonstrado que não há melhor instrumento para um desenvolvimento mais eficaz do que a educação das moças e das mulheres.
Não existe medida mais capaz de aumentar a produtividade econômica, de diminuir a mortalidade infantil e materna, de melhorar a nutrição, de promover a saúde – incluindo a prevenção do HIV/AIDS (VIH/SIDA) – e de aumentar as possibilidades das gerações seguintes no domínio da educação.
Para milhões de mulheres, as atividades de alfabetização podem oferecer uma oportunidade rara de aprender um novo vocabulário de possibilidades que lhes abre um novo mundo, mais além da sua existência imediata e da sua família.
O que se diz em relação às famílias também é aplicável às comunidades – e, claro, em última análise, a países inteiros.
Por outras palavras, a alfabetização não é simplesmente um objetivo em si. É um pré-requisito para um mundo saudável, justo e próspero.
É um instrumento crucial do trabalho que visa tornar realidade os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, aprovados por todos os governos do mundo como um plano geral para a construção de um mundo melhor no século XXI.
Além disso, a alfabetização é um direito humano, como afirma a Declaração Universal dos Direitos Humanos que consagra o direito de todos à educação.
É insensato que este direito continue a ser negado a 20% da população adulta do mundo.
Não há tempo a perder, se queremos alcançar o objetivo que mereceu a concordância dos Governos do mundo e consiste em elevar as taxas de alfabetização a nível mundial em 50%, até 2015.
Embora as campanhas de alfabetização tenham conseguido aumentar a alfabetização em todo mundo, uma tarefa enorme permanece por realizar. Isto significa que devemos ir mais além dos esforços do passado e aplicar as lições extraídas dos erros cometidos.
Devemos levar mais longe os métodos que sabemos terem tido mais êxito – os que se baseiam numa ação comunitária que toma em consideração o contexto e as condições locais.
Devemos trabalhar em parcerias, juntando os governos, a sociedade civil, a família das Nações Unidas e outras organizações internacionais.
E também devemos colocar as necessidades das comunidades dos que aprendem -- especialmente as mulheres – no centro dos nossos esforços.
A Década das Nações Unidas para a Alfabetização dá-nos a oportunidade de intensificar o nosso compromisso e de aumentar os nossos investimentos.
Os custos da construção de uma sociedade alfabetizada são relativamente baixos, quando comparados com os custos do fracasso, em termos de prosperidade, saúde, segurança e justiça.
Neste Dia Internacional da Alfabetização, reafirmemos o nosso empenho na missão que é a alfabetização para todos – tanto para as mulheres como para os homens.
Fonte: Rádio das Nações Unidas
Dia Mundial da Alfabetização, Educação, Analfabetização Dia Mundial da Alfabetização

domingo, 5 de setembro de 2021

5 de Setembro / Dia da Amazônia

 


Dia da Amazônia

5 de Setembro

Você sabia que existe um dia dedicado à Amazônia? É o dia 5 de setembro.
Amazônia é a maior floresta tropical do planeta.
Ela ocupa um território muito extenso e tem uma variedade de animais, plantas e rios tão grande que ajuda a controlar o clima na terra.
Lá estão 50% de todas as espécies do planeta!
Estima-se que a região possui:
50 mil espécies de plantas
3 mil espécies de árvores
1.200 espécies de aves
320 espécies de mamíferos
3 mil espécies de peixes
400 espécies de anfíbios
300 espécies de répteis
10 milhões de espécies de insetos
Uma região tão importante assim para a natureza merecia mesmo ganhar um dia especial.
Parabéns Amazônia!
Fonte: www.smartkids.com.br
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quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Dia do Soldado

Duque de Caxias

25 de Agosto

Decreto Nº 42.018, art. 62 e 63, 09/08/1957

O Dia do Soldado é instituído em homenagem a Luís Alves de Lima e Silva, patrono do Exército brasileiro, nascido em 25 de agosto de 1803. Com pouco mais de 20 anos já era capitão e, aos 40, marechal-de-campo.
Entra na História como "o pacificador" e sufoca muitas rebeliões contra o Império.
Comanda as forças brasileiras na Guerra do Paraguai, vencida pela aliança Brasil-Argentina-Uruguai em janeiro de 1869, com um saldo de mais de 1 milhão de paraguaios mortos (cerca de 80% da população).
Dia do Soldado
Depois da guerra, Lima e Silva é elevado à condição de duque de Caxias — o mais alto título de nobreza concedido pelo imperador.
Ao optar pela carreira de soldado, o jovem aprende valores como disciplina, organização, amor à pátria, solidariedade e perseverança, entre inúmeros outros que orientarão suas atividades dentro e fora da caserna. É também uma chance de conhecer, iniciar-se ou aperfeiçoar-se em uma profissão, pela qual será remunerado como qualquer outro trabalhador da classe, com a diferença de estar servindo à nação.
No nosso país, o serviço militar é obrigatório por lei desde 1908. Ao completar 18 anos, todo rapaz deve se cadastrar em alguma das forças armadas (Marinha, Exército ou Aeronáutica) e fazer uma série de testes depois dos quais é convocado um percentual dos inscritos. Em muitos países, este alistamento é voluntário.
Fonte: Conhecimentos gerais ; IBGE teen

domingo, 22 de agosto de 2021

Dia do Folclore / 22 de agosto

É o conjunto de mitos, crenças, histórias populares, lendas, tradições e costumes que são transmitidos de geração em geração, que faz parte da cultura popular.
A palavra folclore vem do inglês “folk” = povo e “lore” = conhecimento e significa sabedoria popular. (saiba mais...)
folclore é a expressão cultural mais legítima de um povo.

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS

É popular.
- Emana do saber cultural.
- Constitui-se em uma tradição.
- É transmissível notadamente pela oralidade e pela prática.
- Faz parte do conhecimento coletivo.
- Espelha uma situação ou ação.
- Tem caráter universal.
- É anônimo, pois desconhecem-se seus criadores.
- É criatividade livre e espontânea de um povo.

PATRIMÔNIO CULTURAL

folclore como expressão do povo faz parte de sua riqueza cultural e portanto está inserido no patrimônio cultural.

PROTEÇÃO JURÍDICA

Constituição Federal
Art. 215: "o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais";
Art. 216 : "Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens materiais e imateriais, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira nos quais se incluem:
I- as formas de expressão;
II – os modos de criar, fazer e viver;
III – as criações científicas, artísticas e tecnológicas;
IV- as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais;
V- os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico".
Portanto, as crenças, lendas, tradições, costumes e tradições, são bens imateriais, que compõem o patrimônio cultural, estão protegidos juridicamente pelo texto constitucional citado. Tratam-se assim de bens imateriais difusos de uso comum do povo e que podem ser protegidos pela ação civil pública (Lei 4.3 /85).
Exemplo: quando manifestações ou representações do folclore são proibidas por autoridade, lei ou ato administrativo, podem ser defendidas juridicamente.

PERTENCEM AO FOLCLORE

A mitologia, as crendices, as lendas, os folguedos, as danças regionais, as canções populares, as histórias populares, os costumes populares, religiosidade popular ou cultos populares, a linguagem típica de uma região, medicina popular, o artesanato etc.
Fonte: ifolk.vilabol.uol.com.br

Dia do Supervisor Educacional

22 Agosto

Supervisor Educacional é o profissional responsável pela coordenação e apoio às atividades do corpo docente, com objetivo de promover melhor desempenho do trabalho didático-pedagógico.
Este profissional pode atuar em instituições escolares de Educação Básica, no magistério do Ensino Superior e em pesquisa educacional.
São atribuições do Supervisor Educacional:
Atuar no desenvolvimento do currículo e desta forma, assegurar o relacionamento e a ordenação seqüencial dos conteúdos.
Dinamizar o processo educacional e promover a melhoria qualitativa do ensino.
Elaborar o plano anual de atividades do Serviço de Supervisão Pedagógico.
Promover estudos para o aperfeiçoamento constante de todo o pessoal envolvido no processo ensino-aprendizagem.
Supervisionar a execução do Plano Pedagógico, a fim de que se processe a integração do Corpo Docente em relação a objetivos, conteúdos programáticos e técnicas de direção de aprendizagem, sistema de controle de aproveitamento e normas de conduta.
Controlar o rendimento escolar dos alunos, pesquisando as causas de aproveitamento insuficiente.
Orientar os professores no planejamento e desenvolvimento de estudos de recuperação e de adaptação.
Julgar, auxiliado pelos professores, da equivalência ou da insuficiência de conteúdos curriculares, em casos de recebimento de transferências, e das formas de adaptação a serem adotadas, quando necessário.
Responsabilizar-se, na esfera de sua competência, pela integração do Serviço de Supervisão Pedagógica com outros serviços da instituição de ensino, principalmente com o Serviço de Orientação Educacional.
Fonte: UFGNet

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

Dia Mundial da Fotografia

19 de Agosto

Em um mundo completamente imagético como é o nosso hoje, a fotografia está presente em todos os momentos. Seja de câmeras comuns, digitais, de celulares, a imagem se tornou um elemento central nesse mundo midiatizado.

Mas se hoje a fotografia tem esse lugar de destaque, podendo ser alterada, transformada e manipulada, muito se deve aos inventores deste conceito.
Dois franceses merecem destaque nessa descoberta: Joseph Nicéphore Niépce e Jean Jacques Mandé Daguerre. Niépce foi o precursor, unindo elementos da química e da física, criou a héliographie em 1826. Nesse invento ele aliou o princípio da “câmara obscura”, empregada pelos artistas desde o século XVI, à característica fotossensível dos sais de prata. Após a morte de Niépce, Daguerre aperfeiçoou o invento, rebatizando-o como daguerreótipo.
Dia Mundial da Fotografia
Por essa época um francês radicado no Brasil, Hércules Florence, desenvolvia também experimentos que levariam ao mesmo resultado. Mas o advento da fotografia foi anunciado ao mundo oficialmente, em Paris, na Academia de Ciências da França, consagrando o Daguerreótipo, em 19 de agosto 1839.
Dia Mundial da Fotografia
De lá pra cá a fotografia evoluiu muito e foi a grande responsável por “apresentar o mundo” à humanidade. Mesmo com o surgimento de outras formas de exibição de imagens (cinema, televisão, computador) a fotografia continua sendo a única "capaz de captar a alma humana". Ou, como diria Henri Cartier-Bresson, um dos maiores fotógrafos de todos os tempos "fotografar é captar o momento decisivo".
Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

Dia do Ator

19 de Agosto

TEATRO COMO SISTEMA MODELIZANTE
A arte dramática é um objeto semiótico por natureza. O conceito do que entendemos hoje por teatro é originário do verbo grego "theastai" (ver, contemplar, olhar). Tão antiga quanto o homem, a noção de representação está vinculada ao ritual mágico e religioso primitivo. Acredita-se que o teatro nasceu no instante em que o homem primitivo colocou e tirou a máscara diante do espectador, com plena consciência do exercício de "simulação", de "representação", ou seja, do signo.
Tendo em seu alicerce o princípio da interdisciplinaridade, o teatro serve-se tanto da palavra enquanto signo como de outros sistemas semióticos não-verbais. Em sua essência, lida com códigos construídos a partir do gesto e da voz, responsáveis não só pela performance do espetáculo, como também pela linguagem. Gesto e voz tornam o teatro um texto da cultura. Para os semioticistas russos da década de 60, a noção de teatro como texto revela, igualmente, sua condição de sistema modelizante, ou melhor, de sistema semiótico cujos códigos de base - gesto e voz - se reportam a outros códigos como o espaço, o tempo e o movimento. A partir desses códigos se expandem outros sistemas sígnicos tais como o cenário, o movimento cênico do ator, o vestuário, a iluminação e a música entre outros. Graças à organização e combinação dos vários sistemas, legados da experiência individual ou social, da instrução e da cultura literária e artística, é que a audiência recodifica a mensagem desse texto tão antigo da cultura humana.
Contudo, o processo de modelização no teatro não é resultado apenas dos códigos que o constituem como linguagem. É preciso considerar também os códigos culturais organizadores dos gêneros, ou melhor, das formações discursivas que se reportam às esferas de uso da linguagem dentro de contextos sócio-culturais específicos. Quando os códigos do teatro se organizam para definir um gênero, é a própria cultura que manifesta seus traços diferenciais. Isso é o que se pode verificar no teatro popular seja de Shakespeare ou do nosso Ariano Suassuna, cujas autos ilustram muito propriamente o processo da modelização no teatro.
Dia do Ator
cenário criado por Varvara Stiepanova

Cenário

O cenário enquanto sistema semiótico determina o espaço e o tempo da ação teatral. Contudo, para se entender o cenário em sua linguagem, é preciso recorrer à gramaticalidade de outras sistemas artísticos, como a pintura, a escultura, a arquitetura, a decoração, o design da iluminação. São esses sistemas que se encarregam de representar um espaço geográfico (uma paisagem, por exemplo), um espaço social (uma praça pública, uma cozinha, um bar) ou um espaço interior (a mente, as paixões, os conflitos, os sonhos, o imaginário humano). No cenário, ou apenas em um dos seus constituintes, se projeta o tempo: a época histórica, estações do ano, horas do dia, os momentos fugazes do imaginário. Existe ainda o caso dos espetáculos em que os recursos cenográficos estão na performance do ator, no ruído, no vestuário ou na iluminação

Gesto

O gesto é um dos organizadores fundamentais da gramática do teatro. É no gesto e também na voz que o ator cria a personagem (persona). Através de um sistema de signos codificados, tornou-se um instrumento de expressão indispensável na arte dramática ao exprimir os pensamentos através do movimento ou atitude da mão, do braço, da perna, da cabeça ou do corpo inteiro. Os signos gestuais podem acompanhar ou substituir a palavra, suprimir um elemento do cenário , um acessório, um sentimento ou emoção. Os teóricos do gesto acreditam ser possível fazer com a mão e o braço cerca de 700.00 signos.

Iluminação

Diferente dos demais sistemas sígnicos teatrais, a iluminação é um procedimento bastante recente. Sua introdução no espetáculo teatral, deu-se apenas no séc XVII, ganhando fôlego com a descoberta da eletricidade. A principal função da iluminação é delimitar o espaço cênico. Quando um facho de luz incide sobre um determinado ponto do palco, significa que é ali que a ação se desenrolará naquele momento. Além de delimitar o lugar da cena, a iluminação se encarrega de estabelecer relações entre o ator e os objetos; o ator e os personagens em geral. A iluminação "modela" através da luz o rosto, o corpo do ator ou um fragmento do cenário. As cores difundidas pela iluminação é um outro recurso que também permite uma leitura semiológica.

Movimento cênico do ator

As várias maneiras do ator se deslocar no espaço cênico, suas entradas e saídas ou sua posição com relação aos outros atores, aos acessórios, aos elementos do cenário ou até mesmo aos espectadores, podem representar os mais variados signos. A movimentação tanto cria a unidade do texto teatral como organiza e relaciona as sequências no espaço cênico.

Música

A música sempre esteve presente no teatro, desde as suas origens. A música por se sesenvolver no tempo é o elemento dialógico por excelência do texto teatral. Dialoga com os movimentos do ator, explicita seu estado interior, contracena com a luz, com o espaço em todos os seus aspectos. Quando acrescentada a outros sistemas sígnicos de uma peça, o papel da música é o de enfatizar, ampliar, de desenvolver e até de desmentir ou substituir os signos dos outros sistemas. Um outro exemplo da utilização da música no teatro é a escolha que o diretor faz do tema musical que acompanha a entrada e a saída de um determinado personagem, tornando-a assim signo de cada uma delas.

Vestuário

Assim como na vida real, o vestuário no teatro se reporta a vários sistemas sígnicos da cultura. A sua decodificação pode indicar tanto o sexo quanto idade, classe social, profissão, nacionalidade, religião de um. No entanto, o poder semiológico do vestuário não se limita apenas a definir o personagem que o veste. O traje é também o signo que representa clima, época histórica, região, estação do ano, hora do dia. É interessante observar que em certas tradições teatrais, como na commedia della'arte por exemplo, a vestimenta torna-se uma espécie de "máscara" que vai identificar os tipos imutáveis (stock characters), que se repetem de geração a geração. Personagens como o avarento, o bufão, o rei, a megera, a donzela e o servo trapalhão entre outros. O vestuário é também um sistema de signos que se reporta a outros sistemas da cultura, como por exemplo a moda.

Voz

A voz é, antes de mais nada, elemento fundador do texto teatral, escrito ou não. Quando não vocalizado, o texto é gesto. É pela voz que o ator dá vida a seu personagem. Ela atua como uma "fronteira de liberdade" que o ator explora a seu modo, através da entoação, do ritmo, da rapidez e da intensidade com que ele pronuncia as palavras antes apenas escritas, criando desta forma, os mais variados signos. A voz e o gesto formam a performance, a linguagem primária do teatro.
Elinês de AV. e Oliveira
Fonte: www.pucsp.br

terça-feira, 17 de agosto de 2021

Dia do Patrimônio Histórico

17 de Agosto

Dia do Patrimônio Histórico
Comemora-se o Dia do Patrimônio Histórico na mesma data em que nasceu o historiador e jornalista Rodrigo Mello Franco de Andrade (Belo Horizonte-MG, 1898-1969).
Por meio da Lei nº 378, de 1937, o governo Getúlio Vargas criou o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), onde o historiador trabalhou até o fim da vida.
Em seu esforço de preservação dos bens culturais do país, o IPHAN já tombou 16 mil edifícios, 50 centros urbanos e 5 mil sítios arqueológicos brasileiros. Dono de um acervo monumental, o instituto tem mais de um milhão de objetos catalogados, entre livros, arquivos, registros fotográficos e audiovisuais.
Dia do Patrimônio Histórico
O Museu Nacional de Belas Artes, o Museu Imperial, o Museu Histórico Nacional, o Museu da República, o Museu da Inconfidência, o Paço Imperial, a Cinemateca Brasileira e o Sítio Roberto Burle Marx são algumas das principais instituições sob a responsabilidade do IPHAN.
O Brasil tem ainda doze monumentos culturais e naturais na Lista do Patrimônio Mundial (World Heritage), da Unesco. Até 1999, havia 630 bens de 118 países inscritos nessa lista. Desses, 480 são patrimônios culturais, 128, naturais e 22, mistos.
Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

Dia do Patrimônio Histórico

Comemora-se o Dia do Patrimônio Histórico na mesma data em que nasceu o historiador e jornalista Rodrigo Mello Franco de Andrade (Belo Horizonte-MG, 1898-1969).
Por meio da Lei nº 378, de 1937, o governo Getúlio Vargas criou o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), onde o historiador trabalhou até o fim da vida.
Em seu esforço de preservação dos bens culturais do país, o IPHAN já tombou 16 mil edifícios, 50 centros urbanos e 5 mil sítios arqueológicos brasileiros. Dono de um acervo monumental, o instituto tem mais de um milhão de objetos catalogados, entre livros, arquivos, registros fotográficos e audiovisuais.
O Museu Nacional de Belas Artes, o Museu Imperial, o Museu Histórico Nacional, o Museu da República, o Museu da Inconfidência, o Paço Imperial, a Cinemateca Brasileira e o Sítio Roberto Burle Marx são algumas das principais instituições sob a responsabilidade do IPHAN.
O Brasil tem ainda doze monumentos culturais e naturais na Lista do Patrimônio Mundial (World Heritage), da Unesco. Até 1999, havia 630 bens de 118 países inscritos nessa lista. Desses, 480 são patrimônios culturais, 128, naturais e 22, mistos.
Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Dia Mundial do Canhoto

13 de Agosto

Para uma parte das pessoas, escolher qual mão estender para cumprimentar alguém não é automático. Ao contrário dos destros, que são 90% da população mundial, os canhotos - os 10% restantes - diariamente se adaptam a um mundo (e a tesouras e abridores de latas) que não foi feito exatamente para eles e precisam oferecer a mão direita ao invés da esquerda, pois essa é a convenção social.
Para lembrar dessas pequenas dificuldades diárias, a Left-Handers Internacional (uma associação de canhotos em Topeka, nos Estados Unidos, hoje já extinta) instituiu, na década de 70, o dia Internacional dos Canhotos em 13 de agosto.
O porquê da escolha do dia não se sabe ao certo. Mas a data é por si só sinistra (outra palavra usada para designar um canhoto e que significa funesto e pernicioso, segundo o dicionário), já que 13 sempre foi considerado número de azar e agosto é o mês oficial do mau-agouro.
Isso sinaliza um pouco dos problemas que canhotos tiveram no passado e ainda têm em algumas culturas.
A causa do canhotismo ainda é desconhecida, mas há várias teorias a esse respeito. Algumas, inclusive, sendo estudadas por pesquisadores dentro das universidades brasileiras.
De forma geral, no canhoto, as funções motoras são comandadas pelo lado direito do cérebro. E só isso é consenso entre pesquisadores.
A partir daí há teorias que dizem que o cérebro direito comanda a criatividade, emoções e intuição e que, portanto, as pessoas canhotas seriam mais sensíveis e ligadas a manifestações artísticas. Nada comprovado, diga-se de passagem.
Fonte: Universia Brasil

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Dia Nacional da Arte

12 de Agosto

A arte nasceu com o homem. Com a arte o homem conseguiu transformar o movimento em dança, o grito em canto, e reproduzir pela imagem e pelo gesto as coisas que sente e a emoção que contempla.
A presença da arte numa obra se nota quando através dela o artista nos comunica os seus temores, anseios e esperanças e quando ela estabelece uma relação profunda entre o homem e o mundo, exprimindo uma realidade interior mais intensa e não menos significativa do que a exterior que captamos através dos sentidos. Criar arte e amá-la foi privilegio de todos os povos, raças, crenças, épocas, meridianos e culturas.
Por tudo isso, e muito mais, as artes têm um valor imenso, inestimável em todo o mundo, e são ensinadas em todas as escolas públicas dos países desenvolvidos.
No Brasil, as artes (música, teatro, dança, etc.) só foram motivo de preocupação das autoridades ligadas à educação pública no século XX. As leis 4024 de l961, a 5692 de 1971 e a 9.394 de 1996 se preocuparam com o ensino da arte nas escolas e instituíram o ensino das quatro linguagens de artes (artes plásticas ou artes visuais, teatro, música, dança).
Com isto, acertaram plenamente, pois a meta principal do ensino da arte é: 1) o desenvolvimento do aluno nas quatro linguagens de artes; 2) o crescimento de sua autonomia e a capacidade inventiva, sempre levando em conta os valores e sentidos do seu universo cultural. No entanto, em todo este espaço de tempo, houve um descompasso entre a realidade das escolas e as inovações pretendidas pelas instâncias regulamentadoras.
O poder público que tem a tarefa de coordenar a política nacional de educação sempre deixou a desejar no que se refere ao investimento em políticas que priorizassem a formação do professor nas quatro linguagens da arte. Não investiu também no fornecimento de material de apoio e espaços de intimidade propícios à relação do aluno com as coisas e consigo mesmo. A arte precisa de um ambiente que impele à curiosidade, que leve o aluno a absorver do particular ao essencial, a descontrair para criar. É preciso valorizar os aspectos educativos contidos no universo da arte, porque ela contém em si muitos componentes pedagógicos.
Apesar das escolas públicas procurarem se adaptar à orientação da Lei 9.394 e com os Parâmetros Curriculares Nacionais, há deficiência no ensino da arte em quase todo o Brasil. Com isso, as atividades com as artes nas escolas públicas traduzem-se em técnicas de trabalhos artísticos em fundamentação teórica que apresente a arte enquanto linguagem contextualizada historicamente. Isto é grave porque atualmente muitas mudanças ocorreram na maneira de apreciar a arte.
Sua forma de expressão diversificou-se: ela está no filme, no anuncio de jornal, na TV, na publicidade, no desenho industrial. As artes visuais (artes plásticas, artes gráficas, vídeo, cinema, fotografia, arte de computador) indicadas pela Lei 9.394, as mais apreciadas atualmente, e mais úteis do ponto de vista econômico, não poderiam jamais deixar de ser ensinadas corretamente nas escolas públicas.
Fonte: portal.rpc.com.br